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No estilo ‘passo a passo’, Felipe diz que vencer o Palmeiras é obrigação


Goleiro do Fla fala que momento não é de pensar em tropeço dos rivais ou em adversários futuros, mas de vencer os compromissos



felipe treino flamengo (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)Felipe quer Fla focado apenas em seus próprios
esforços (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)
Vencer e esperar. Essa é a tática do Flamengo até o fim do Brasileirão. Após viver momento complicado no campeonato e ficar dez partidas sem vitória, o Rubro-Negro pode emplacar pela terceira vez uma série de quatro triunfos consecutivos e não quer saber nem de secar os adversários para não perder o foco. Ciente de que muita água ainda vai rolar até o término da competição, Felipe garantiu estar preocupado somente em superar o Palmeiras, nesta quarta, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão, pela 29ª rodada, sem se preocupar com os efeitos imediatos na tabela.

- Vamos continuar com o mesmo pensamento que estávamos nos dez jogos sem vitórias, que é de vencer sempre a próxima partida. Não adianta pensar nos outros. Hoje, as mesmas pessoas que falam que voltamos para briga, antes nos descartavam. O grupo está fechado, sonha com o título e tem condição disso. O pensamento é sempre o jogo seguinte. No fim do campeonato, vamos ver o que acontece.

Na opinião do goleiro, o momento não é de analisar adversários, mas de vencê-los, principalmente em casa.

- Contra o Palmeiras ou qualquer equipe, faltando dez jogos, em casa a obrigação é de vencer. Chegaremos a 50 pontos e podemos até ficar a um do líder. Seja um adversário em crise ou não, isso não é problema do Flamengo. Temos que fazer o nosso melhor. Esse é o espírito para podermos comemorar no dia 4 de dezembro.

Para Felipe, a série de triunfos tornará o Rubro-Negro um adversário ainda mais difícil de ser batido na reta final do Brasileirão. Ele lembrou edições passadas da competição para justificar a opinião.

- Em 2009 e 2007, o Flamengo arrancou. É um time de massa, de pressão. Na hora da decisão, a camisa pesa. Não custa nada sonhar. Mas só isso não adianta, é preciso vencer os jogos.

Com 47 pontos, o Fla é o quarto colocado na tabela, atrás do São Paulo, que tem a mesma pontuação e leva a melhor no número de vitórias (13 a 12), do Vasco, com 50, e do líder Corinthians, que tem 51.
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Senhor dos clássicos, Thiago Neves diz: 'Em jogos decisivos, eu arrisco'


Jogador fez gol contra todos os cariocas na temporada e balançou as redes nas últimas três partidas do Brasileirão




Thiago Neves pode ser chamado de senhor dos clássicos no Flamengo. Dos 16 gols marcados na temporada, o camisa 7 balançou as redes de Vasco, Botafogo e Fluminense, pelo Campeonato Carioca e Brasileirão (cinco vezes no total). O jogador também fez gols nas últimas três partidas do Rubro-Negro: 2 a 1 sobre América-MG, 2 a 1 diante do São Paulo e a vitória por 3 a 2 sobre o Tricolor carioca neste domingo.

- Sempre numa bolinha cruzada a perna esquerda está aparecendo. Tem meu pezinho ali no meio do caminho. Fui feliz mais uma vez contra o Fluminense, em clássico costumo fazer gols, isso me dá moral. O Flamengo e os jogadores estão crescendo no momento certo - afirmou o jogador.

Thiago Neves disse que gosta de arriscar em jogos decisivos. E o jogador destacou que será assim nas dez rodadas restantes contra Palmeiras, Ceará, Santos, Grêmio, Cruzeiro, Coritiba, Figueirense, Atlético-GO, Internacional e Vasco. O meia chegou a amargar 11 partidas sem fazer gol na atuatl temporada.

- Não desanimo nunca, corro o jogo inteiro, dou um jeito de ajudar o time. Estou me doando, crescendo numa hora boa. Isso dá confiança para arriscar chute, as jogadas. Em clássicos e decisões eu arrisco. Será assim nos dez últimos jogos – afirmou o jogador, que terá novo encontro com um rival carioca na última rodada do Brasileirão.
thiago neves montagem gols contra cariocas (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)Em diferentes momentos, Thiago Neves festeja gols em clássicos (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)
Thiago Neves comentou sobre o bicho de R$ 10 mil pago aos jogadores pela vitória sobre o Fluminense. Afinal, ele e Bottinelli ajudaram com os gols da vitória por 3 a 2 a garantir a premiação.

- É bom, porque sempre está pingando na continha, mas temos que nos preocupar com os jogos, pois queremos ser campeões brasileiros. Ainda faltam 10 jogos, depois conversamos sobre premiação – afirmou Thiago Neves.

Na quarta colocação com 47 pontos, quatro a menos que o líder Corinthians, o Flamengo enfrenta o Palmeiras, nesta quarta-feira, às 21h50m, no Engenhão.

O camisa 7 lembrou da força do Flamengo.

- Nosso time tem personalidade. Os outros respeitam. Mas tem muita coisa para acontecer. É importante fazer o nosso papel. Mesmo depois de tudo que aconteceu, o torcedor está com a gente - completou.

Gols de Thiago Neves em clássicos cariocas

Flamengo 2 x 1 Vasco – Taça Guanabara – 1 gol
Flamengo 2 x 0 Botafogo – Taça Rio – 2 gols
Flamengo 1 x 1 Fluminense – Taça Rio (Fla 5 a 4 nos pênaltis)
Flamengo 3 x 2 Fluminense – Brasileirão – 1 gol
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O peso de um nome: Muralha assume apelido e, enfim, se destaca


Pela primeira vez sem Luiz Philipe nas costas, volante tem melhor atuação como profissional, protagoniza lance polêmico e se diz parecido com Xavi


Uns apelam para a numerologia, outros apostam em apelidos de infância, mas o que importa é carregar consigo uma marca que imponha respeito e dê confiança. E foi justamente este fator o divisor de águas entre o Luiz Philipe claudicante nas vezes em que esteve em campo pelo Flamengo e o Muralha, que teve atuação destacada no Fla-Flu de domingo. Pela primeira vez com a alcunha que carrega nas costas desde que começou no futebol, o volante rubro-negro, enfim, apresentou seu cartão de visitas ao torcedor e admitiu: o nome na camisa fez diferença.
- Muda um pouco, sim. De Luiz Philipe para Muralha. É um nome mais forte, que causa mais impacto.
muralha flamengo (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)Com apenas 18 anos, Muralha tem 11 partidas como profissional do Fla (Cahê Mota/Globoesporte.com)
E os números comprovam a teoria. Até então com dez partidas pela equipe principal do Fla, sempre com atuações apagadas, Muralha foi quase perfeito na primeira vez em que a direção do clube permitiu que assumisse oficialmente o apelido. Em campo durante os 90 minutos, algo inédito no Brasileirão, ele acertou 28 dos 30 passes realizados, roubou cinco bolas, desarmou outras três vezes e fez apenas uma falta, tendo sofrido duas.
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O lance da falta é o que mais rola aí, né? Até o Abel foi expulso. Mas foi falta, sim. Claro que foi. O cara chegou por trás e me tocou. Não tem o que falar"
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Uma delas, por sinal, deu o que falar. Aos 40 minutos do segundo tempo, com o placar apontando 2 a 1 para o Flu, o volante arrancou pelo meio e caiu após choque com Lanzini. Falta para o Fla, gol de Bottinelli, e muita reclamação do lado tricolor. Questionado, Muralha não teve dúvidas em apontar o acerto do árbitro.
- O lance da falta é o que mais rola aí, né? Até o Abel foi expulso. Mas foi falta, sim. Claro que foi. O cara chegou por trás e me tocou. Não tem o que falar. O mais importante foi que nós marcamos os três pontos na tabela.
Escolhido para substituir Willians, o jovem de 18 anos acabou já nos minutos iniciais com a desconfiança dos torcedores, sendo efetivo na marcação e com bons passes. A boa atuação, segundo ele, foi fruto do apoio dos companheiros.
- Clássico é sempre jogo bom, ainda mais um Fla-Flu. Estava esperando uma partida dessa para ficar o jogo todo e deixar uma boa impressão. Foi o que aconteceu. A rapaziada mais experiente me passou confiança no vestiário, na concentração, e entrei em campo com toda tranquilidade para fazer o que sei fazer de melhor, que é jogar bola.
Juninho Pernambucano era o ídolo, Xavi é a inspiração
muralha flamengo (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)Camisa de treino também já conta com alteração:
sai Luiz Philipe, entra Muralha
(Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)
Contra o Palmeiras, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão, pela 29ª rodada, Muralha volta para o banco de reservas. A situação, no entanto, não incomoda o jovem, que promete aguardar pacientemente pelas próximas oportunidades.
- Entrei e fiz o meu papel. Agora, depende do professor. Tenho que ter calma. Estou com 18 anos, chegando agora. Tem o Willians, tem o Aírton. No momento certo, eu vou jogar.
A tranquilidade é a mesma ao apontar suas referências no futebol. Cheio de personalidade, o volante, que começou nas categorias de base do Vasco, admitiu que já foi fã de um rival.
- Eu gostava bastante do Juninho Pernambucano na época que jogava no Vasco. Ele era meu ídolo. Agora, não vejo ninguém assim. Talvez o Xavi, do Barcelona, que é um grande jogador, marca bem e sabe sair jogando. Temos características parecidas.
Com 47 pontos, o Flamengo é o quarto colocado no Brasileirão, atrás do São Paulo, que tem a mesma pontuação e leva a vantagem no número de vitórias (13 a 12), Vasco, com 50, e Corinthians, 51.
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Botti admite problema de adaptação, mas avisa: ‘Estou melhorando’


Herói do Fla-Flu enumera diferenças entre futebol brasileiro e do restante da América Latina, mas fala em recuperar condição de titular: ‘Quero jogar’



Botinelli gol Flamengo (Foto: Jorge William / Agência O Globo)Bottinelli comemora gol contra o Flu: melhor
momento no Fla (Jorge William / Agência O Globo)
Vivendo sua semana dos sonhos, Bottinelli quer mais do que somente o brilho intenso do Fla-Flu do último domingo. Herói do clássico com dois gols, o argentino visa colocar um ponto final nos altos e baixos que marcam sua passagem pelo Flamengo e projeta manter uma regularidade que o recoloque entre os titulares. A evolução passa diretamente por pelo maior problema encontrado desde que chegou ao Brasil, no início do ano: a adaptação.
Revelado pelo San Lorenzo e com passagens pelo futebol do México e do Chile, o argentino admitiu que encontrou dificuldades nos gramados brasileiros, mas garantiu que a evolução tem sido constante.
- Estou melhorando. É o que eu quero, sempre. A adaptação é difícil.
Botti justificou sua opinião apontando em quais fatores o futebol jogado no Brasil é diferente do restante da América Latina.
- Primeiro, pelo estilo de jogo. Depois, o fato de jogar sempre domingo e quarta, sábado e quinta. Além disso, é difícil atuar nessa posição aqui, porque o lateral sempre passa para o ataque. O meia fica perdido em campo. Na Argentina, temos mais a bola nos pés. Tenho que superar esses obstáculos.
Obstáculos que foram responsáveis por sua saída da equipe titular. Membro de uma trinca de armadores escalada por Luxemburgo no início do Brasileirão, com Thiago Neves e Ronaldinho, Bottinelli tem passado mais tempo no banco de reservas do que em campo. Situação incômoda, mas que não faz o “Frango” esmorecer.
Sempre quero jogar. O Thiago falou (em entrevista) que queria atuar comigo, e eu também quero jogar com ele, com o Ronaldo, com todos. Mas são só 11"
Bottinelli, apoiador do Flamengo
- Sempre quero jogar. O Thiago falou (em entrevista) que queria atuar comigo, e eu também quero jogar com ele, com o Ronaldo, com todos. Mas são só 11, e o Vanderlei coloca em campo o que é melhor para o Flamengo. A briga é difícil. Trabalho da melhor forma para que ele me veja como um jogador que busca uma vaga no time. Todos são importantes. Não se vence campeonato com 11, mas com os 30 que temos.
E o poder passar por cima dos problemas realmente parece ser algo que Bottinelli encara com naturalidade. Sua melhor atuação com a camisa rubro-negra aconteceu justamente após o pior momento, quando foi substituído no intervalo da vitória por 2 a 1 sobre o América-MG depois de cometer pênalti. Ele garantiu, por sua vez, que o episódio em momento algum o abalou.
- Sempre tive a confiança do Vanderlei e de todos os meus companheiros. Os jornalistas são especialistas em criticar os jogadores. É o trabalho. Tudo bem. Mas faço o meu melhor. Sobre a falta contra o América-MG, para um meia fazer pênalti é porque estava ajudando o time. São consequências do jogo. Só que também fiz boas partidas. Contra América-MG, Cruzeiro, São Paulo...
Contra o Palmeiras, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão, pela 29ª rodada, Bottinelli volta ao banco de reservas, mas pronto para entrar e provar mais uma vez que a adaptação a cada dia que passa é um problema menor.
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Thiago Neves já visa o título: ‘Deixaram o Fla chegar, por que não?’


Camisa 7 chama a atenção para a força do Rubro-Negro em momentos decisivos e diz que ‘se equipe conquistar a liderança, vai ser complicado tirar’




Se deixar chegar, ninguém segura. A máxima que toma conta da torcida do Flamengo começa a ser levada a sério também no elenco. Com três vitórias consecutivas, a última delas por 3 a 2, de virada, sobre o Fluminense, domingo, no Engenhão, a equipe de Vanderlei Luxemburgo subiu para a quarta colocação na tabela e o título do Brasileirão já voltou a ser assunto no Ninho do Urubu. Para acreditar na conquista, Thiago Neves abraçou a teoria dos rubro-negros e lembrou que o clube costuma crescer em momentos decisivos.
- Tivemos dez jogos complicados. Se vencêssemos um, estaríamos a um ponto do líder. Agora, chegamos. Deixou chegar. É briga direta. Flamengo em jogo grande é complicado. A torcida vem junto. São dez jogos para ser campeão. Deixaram o Flamengo chegar, por que não?
thiago neves treino flamengo (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)Thiago Neves no Ninho nesta segunda: três gols nos últimos três jogos (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)
Na opinião do camisa 7, a volta por cima do Rubro-Negro após um período de dez jogos sem vitórias fará com que os adversários o encarem de maneira diferente.
- (O título) é o que queremos. Tivemos sorte também, né? Ficamos dez jogos sem ganhar e os times da frente não se distanciaram. Agora, está sendo importante vencer na reta final. Ganhamos um clássico que nos dá moral. Os outros vão respeitar. Estamos crescendo, e quando o Flamengo pega nas decisões é difícil de ser vencido.
Com 30 pontos em disputa, o Flamengo tem quatro a menos que o Corinthians. Apesar do equilíbrio da competição, porém, Thiago Neves garantiu que se o Fla tomar a dianteira não será mais batido.
- É um clube que sabe jogar com pressão. Se nos deixarem chegar na liderança, depois de tudo que passamos, para tirar o título vai ser complicado. Mas vamos com calma.
Atualmente, o Flamengo é o quatro colocado no Brasileirão, com 47 pontos, atrás do São Paulo, com a mesma pontuação e uma vitória a mais (13 a 12), do Vasco, com 50, e do Corinthians, com 51. Na próxima quarta, o adversário será o Palmeiras, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão, pela 29ª rodada.
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Bottinelli garantiu a Thiago Neves que faria o gol: 'Pode festejar'


Argentino revela que o companheiro e Vanderlei Luxemburgo pediram um cruzamento na área. Com os pés no chão, ele descarta rótulo de herói



Nem o mais otimista dos rubro-negros podia achar que a falta batida de longe por Bottinelli, aos 41 minutos do Fla-Flu, entraria no único lugar possível para sair o gol de empate que mudaria o rumo da partida. Antes da cobrança, Thiago Neves questionou o argentino, dizendo que Vanderlei Luxemburgo havia pedido para que cruzasse na hora. Foi quando Darío Bottinelli, um jogador de poucas palavras, mostrou ter muita personalidade, enfrentou o companheiro e garantiu que o gol de empate sairia naquele momento.
- Eu disse ao Thiago que estava tranquilo e ia fazer o gol. Ele me respondeu que estava muito longe e o treinador queria que eu jogasse a bola na área. Então, voltei a dizer para que ele fosse logo festejar o empate, porque ia ser gol - revelou Bottinelli.
Thiago Neves Bottinelli gol Flamengo (Foto: Ag. Estado)Após prever o gol, Bottinelli comemora com o
companheiro Thiago Neves (Foto: Ag. Estado)
Autor de dois gols em três minutos que mudaram a história do clássico, Bottinelli, de volta ao estilo modesto, descartou o rótulo de herói do jogo, mas garante que, antes mesmo de entrar em campo, sabia que não seria um jogo comum.
- Não me considero o homem do clássico. Todos fomos importantes. Estou feliz porque a nossa equipe ganhou. Quando entramos nesses jogos, sabemos que vai ser diferente de todos os outros. O jogador sente isso dentro de campo - afirmou. 
Ainda pouco acostumado com a euforia da torcida do Flamengo após uma vitória como a de domingo, Bottinelli achou graça da comparação com o compatriota Lionel Messi, mas trata de botar o pé no freio.
- Eu preciso ficar tranquilo. Não podem me comparar com um jogador de outra galáxia. Eu só ajudei o meu time, trato de me entregar ao máximo por essas cores, como sempre fiz nos outros clubes. Essas comparações para mim não existem mesmo (risos) - disse o argentino.
Gols dedicados aos familiares e companheiros
 No Flamengo desde o início da temporada, Darío Bottinelli sempre deixou claro que seus dois filhos e sua esposa são os alicerces que o mantem firme no Brasil. Mas, além deles, o jogador fez questão de dedicar os dois gols aos companheiros, que, para ele, foram fundamentais em sua adaptação.
- Sempre dedico meus gols aos meus filhos e minha esposa. Mas também quero dedicar aos meus companheiros que são minha segunda família aqui. É com eles que vivo todos os dias no CT e nas concentrações. Sabemos o que passa com a vida de cada um de nós ali - concluiu.
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Vitória em clássico anima Junior Cesar: ‘Entramos na briga pelo título’


Lateral celebra volta por cima rubro-negra após momento ruim e atuação de gala de Bottinelli: ‘Entrou com qualidade e em dois chutes decidiu o jogo’




De volta ao G-4 e com quatro pontos a menos que o líder Corinthians, o Flamengo voltou a se dar o direito de sonhar com o título do Brasileirão. Depois da queda brusca que deixou a equipe 10 jogos sem ganhar, já são três vitórias consecutivas e cinco jogos de invencibilidade. A volta por cima fez com que Junior Cesar não tivesse dúvidas ao deixar o campo após vitória por 3 a 2 sobre o Fluminense, domingo, no Engenhão, pela 28ª rodada:
- Entramos na briga, né? Temos 47 pontos, o Vasco perdeu...O campeonato é muito difícil, não dá para prever nada, mas certamente o Flamengo entrou na briga pelo título.
Ao comentar o clássico, o lateral-esquerdo chamou a atenção para a disposição ofensiva das equipes, principalmente no segundo tempo, e celebrou a tarde de gala do herói Bottinelli.
- O jogo estava bastante aberto. Por isso, saiu a quantidade de gols que saiu. Clássico é o mínimo detalhe. Graças a Deus, o Darío entrou com a qualidade e em dois chutes conseguiu decidir o jogo para o Flamengo.
Com 47 pontos, o Flamengo é o quarto colocado no Brasileirão, e encara o Palmeiras, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Engenhão, pela 29ª rodada.
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Família ‘Flamuralha’ leva faixa para jogador no clássico Fla-Flu


Pai do volante vibra com vitória por 3 a 2 do Rubro-Negro sobre o Tricolor



Fim de jogo no Engenhão, e vitória do Flamengo por 3 a 2 sobre o Fluminense. Para comemorar o triunfo de virada, Muralha contou com uma torcida muito especial. A família do volante rubro-negro foi ao estádio com uma faixa em sua homenagem, e o pai, Jorge, parabenizou o filho.
- O Muralha correspondeu as expectativas da família e tenho certeza que as do Luxemburgo também. Ele foi jogou muito hoje – disse o pai orgulhoso.
Faixa familia Muralha Flamengo (Foto: Divulgação)Muralha tira foto com a família após a vitória de virada sobre o Fluminense (Foto: Divulgação)
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Herói inesperado, Bottinelli admite: 'Torcida do Fla é difícil de conquistar'


Em tarde antológica, argentino brilha com dois belos gols e decide o clássico


Bottinelli saiu do banco de reservas, substituiu Maldonado e foi decisivo no Fla-Flu cheio de emoções pela 28ª rodada do Brasileirão 2011. Com dois belos gols do meio da rua, o argentino selou a terceira vitória seguida do Rubro-Negro na competição. Ao fim da partida, entre abraços de gratidão dos companheiros, Bottinelli admitiu que não é fácil cair nas graças da torcida vermelha e preta.
-  A torcida do Flamengo é dificil de conquistar. Tem que trabalhar muito para conseguir isso - disse o argentino à Rádio Globo.
Com os dois gols no clássico que terminou em 3 a 2, o argentino, que nunca se firmou entre os titulares desde que chegou ao clube ao clube, soma cinco no Brasileirão. Ele ainda fez questão de agradecer a um companheiro de equipe que o deixou fazer a cobrança que resultou no gol de empate em 2 a 2.
- Eu pedi ao Thiago e lhe agradeço por ter me deixado bater. É muito importante fazer um gol desses, mas estou tranquilo - disse à reportagem do canal PFC.
Thiago Neves, que fez o primeiro gol rubro-negro na partida, também comentou o lance e revelou que a equipe esperava uma bola alçada.
- Todo mundo pediu a bola aérea, mas ele estava confiante, tanto que eu saí e deixei-o bater. Méritos para ele - disse o camisa 7 depois da partida.
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