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Flamengo se reapresenta em lua de mel com o técnico Vanderlei Luxemburgo

Vinicius Castro
No Rio de Janeiro

  • Luxemburgo: em alta no elenco rubro-negro
    Luxemburgo: em alta no elenco rubro-negro

Uma semana de volta ao Flamengo. Apesar do curto tempo, o entrosamento do técnico Vanderlei Luxemburgo com os jogadores rubro-negros já é bastante diferente de tudo o que viu este ano no clube da Gávea. Durante os treinamentos, é possível observar uma confiança recíproca.
Nesta terça-feira, os jogadores se reapresentaram no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, e deram início a preparação para o jogo contra o Internacional, sábado, às 18h30, no Engenhão, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Após a atividade, a relação elenco-treinador foi abordada de forma tranquila pelos jogadores, que consideram a equipe em condições de evoluir até o final da competição.
“O Vanderlei conhecia o grupo e sabia do nosso potencial. Ele é um treinador de gabarito. Com ele, todos têm de estar focados. É bom trabalhar assim. O Flamengo vive uma nova etapa. Vamos nos concentrar nesta reta final. Afastar de vez qualquer tipo de perigo de rebaixamento e garantir uma vaga na Sul-Americana. Pelo elenco, temos totais condições de alcançar esse objetivo”, afirmou o goleiro Marcelo Lomba.
Para o experiente Kleberson, a semana de treinos será importantíssima para estreitar ainda mais os laços com o novo comandante.
“É um momento bom para treinarmos e conhecermos melhor o Vanderlei. Vínhamos em uma maratona muito forte. Vamos colocar em prática o que ele pensa, um treinador vitorioso. É importante ter alguém com essa filosofia vencedora”, explicou o meia.
Willians treina normalmente
Na noite da última segunda-feira, um boato espalhado pelo Twitter deixou os familiares do volante Willians preocupados. Na “informação” postada, o atleta estaria “ensanguentado” em um hospital da Barra da Tijuca.
Willians treinou normalmente e a assessoria de imprensa do jogador informou que ele compareceu ao hospital apenas para que a sua esposa retirasse alguns pontos do braço após ter sofrido um corte.


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Lomba quer Fla aproveitando tempo para corrigir posicionamento defensivo

Vinicius Castro
No Rio de Janeiro


  • Marcelo Lomba: confiança em melhora do Fla
    Marcelo Lomba: confiança em melhora do Fla

Os dois gols sofridos de bola parada no empate com o Avaí incomodaram os jogadores do Flamengo. Não foram os primeiros neste tipo de jogada no Campeonato Brasileiro, mas o Rubro-Negro deseja fazer com que tenham sido os últimos desta forma tão incômoda.
Tanto que a comissão técnica planeja intensificar os treinamentos táticos e de bolas paradas durante os próximos dias, já que o Flamengo só voltará a campo, sábado, às 18h30, no Engenhão, contra o Internacional, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O goleiro Marcelo Lomba pediu atenção dos companheiros em um artifício usado com frequência na competição.
“É uma arma que todos os times usam. 

Hoje em dia saem muitos gols desta forma. Usamos e os adversários também fazem contra a gente. Essa bola no primeiro pau para algum atacante desviar. Precisamos definir melhor a marcação e o professor Vanderlei já conversou conosco sobre o posicionamento. As coisas vão mudar. Temos de aproveitar o máximo esses treinamentos antes das partidas para acertar de vez a questão”, afirmou.
O elenco rubro-negro trabalhou em tempo integral nesta terça-feira e irá repetir a dose na quarta. Na quinta e sexta, as atividades serão apenas em um período.
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Val Baiano concorda com Luxa e admite limitação: ‘Não sou de driblar’


Treinador pediu para atacante ficar próximo à área porque não tem técnica. Depois de três gols em dois jogos, ele assina embaixo


Por Eduardo PeixotoRio de Janeiro

Val BaianoVal Baiano agora se mostra mais tranquilo
(Foto: Eduardo Peixoto / Globoesporte.com)
Ao orientar Val Baiano na estreia, Vanderlei Luxemburgo não deu rodeios: “Meu filho, fica próximo da área, porque se você ficar longe não tem jeito”. O recado foi esmiuçado em entrevista coletiva. Segundo o treinador, o atacante do Flamengo não tem técnica e precisa aproveitar as suas virtudes: bom posicionamento, finalização e faro goleador para triunfar.

Nos dois primeiros jogos sob nova direção, Val entendeu o recado. Ele entrou nos minutos finais do jogo contra o Atlético-GO e subiu com estilo para pôr fim ao jejum de dez partidas sem marcar no Rubro-Negro. Contra o Avaí a estratégia se repetiu. O camisa 9 aproveitou dois ótimos passes de Renato e marcou duas vezes antes dos 17 minutos de jogo. Puro oportunismo.

E Val sabe de suas limitações. Ele abaixa a cabeça e concorda com o diagnóstico de Luxemburgo:

- Ele está certo, sim. Não sou de driblar, sou homem de área, centroavante, que faz gols. A bola pouco chegou nos outros jogos. Deus colocou o Vanderlei na hora certa no Flamengo. Ele me deu o moral necessário – disse Val Baiano.

Nesta terça-feira o elenco volta aos treinamentos depois da segunda de folga. A tendência é que Val Baiano seja mantido no time titular na partida contra o Inter, sábado, no Engenhão. Afinal, o próprio Vanderlei afirmou que Deivid não é “homem de área”. Desta forma, Diego Maurício, o próprio Deivid e Diogo, se for liberado pelos médicos, disputariam a vaga no ataque.
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Luxemburgo: 'Vou ganhar o Brasileiro no Fla no ano que vem'

Apesar do otimismo, treinador ressalta importância de transformações estruturais no clube e revela que foi sondado pelo São Paulo



Por GLOBOESPORTE.COMSão Paulo
A intenção era ficar parado por algum tempo. Mas, após a queda de Silas, Vanderlei Luxemburgo não resistiu ao convite para voltar a treinar o Flamengo – clube do qual é torcedor declarado. Nesta segunda-feira, o novo técnico rubro-negro foi o convidado do programa “Bem, Amigos!”, do SporTV, e admitiu que a oportunidade de retornar à Gávea pesou em sua decisão de trabalhar novamente na temporada atual. Mais que isso, Luxa que assumiu a equipe em meio à luta para se distanciar da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, não hesitou em declarar sua meta principal à frente do Rubro-Negro.

- Já fiquei cinco anos sem ganhar o Brasileiro antes, mas vou ganhar no Flamengo ano que vem. O flamenguista precisa saber que o maior projeto para os próximos dois meses é ganhar os nove jogos decisivos que teremos para começar um novo trabalho.

Apesar do otimismo, Luxemburgo afirmou que sua missão no clube vai além da busca por resultados. Ele quer se dedicar, também, a mudanças estruturais, especialmente no que diz respeito à construção de um centro de treinamento. Para isso, sua primeira medida foi vetar os treinaos na Gávea, onde fica, também, a sede social do clube.

- É a grande oportunidade. Se eu sentir que não vai mudar, será melhor ir embora. Temos que crescer com o Flamengo. (...) Não vamos mais à Gávea. Nosso local de trabalho vai ser o Ninho do Urubu, para acosutmar os jogadores e obrigar o clube a criar a estrutura.

Assista a mais vídeos do SporTV

Luxemburgo lembrou de suas passagens anteriores pelo Fla - como jogador e treinador - e destacou a diferença de realidades que viveu na Gávea.
- O Marcio Braga, quando assumiu o Flamengo, em 77, mudou o clube. Passou a ser um modelo de administração, quando eu fui jogador. Em 91, quando voltei para treinar o time, me assustei. O presidente era o Marcio Braga, mas tinha salário atrasado, tem aquela história de que não tinha bola para treinar... Eu tive que dar dinheiro do meu bolso aos jogadores. Tinha o Djalminha, o Marcelinho, o Paulo Nunes, o Rogério... O Gaúcho não perdeu um apartamento porque eu tirei dinheiro do meu bolso e emprestei.

O convite para voltar

Sobre seu retorno, Vanderlei explicou que foi procurado pelo ex-diretor de futebol, Zico, após a polêmica troca de farpas entre o zagueiro Jean e o então técnico Silas.
- O Zico me ligou, o Cantareli ligou para a minha esposa – nós temos uma amizade de mais de 40 anos. O Zico disse: “Estamos com um problema aqui e quero saber de você”. Eu disse que queria ficar parado até o fim do ano. Ele falou que o Silas deu uma entrevista que criou uma área de atrito com os jogadores.
Vanderlei então pediu tempo para consultar a família, mas acabou surpreendido pela saída do Galinho do clube.
- No dia seguinte, eu vi que ele saiu. Falei com o Isaias Tinoco: o Flamengo precisa decidir a própria vida, não a minha. Se quer mandar o Silas embora, não pode me usar para criar essa situação. Só quando decidiram mandar o Silas embora marcamos de conversar à noite e acertamos o contrato.

Conselho a Val Baiano
A torcida rubro-negra já viu uma transformação mais evidente, com a chegada de Luxemburgo: o fim do jejum de gols de Val Baiano, que marcou três vezes, em dois jogos. Vanderlei revelou a orientação que deu ao camisa 9.

- Meu filho, fica próximo da área que se você ficar longe não tem jeito.

Sondagem do São Paulo

Sobre os rumores de que teria sido procurado pelo São Paulo à época em que ainda estava no comando do Atlético-MG, Luxemburgo lamentou que as informações de bastidores tenham vindo a público após sua recusa.
- O Milton Cruz, quando saiu o técnico do São Paulo, me ligou a mando do presidente e perguntou se tinha a possibilidade de romper com o Atlético-MG e conversar com eles. Eu tinha um compromisso com o Atlético e disse que não posso. A coisa se tornou pública e eu fui ao Kalil para dizer que já havia recusado e que o resto era especulação. Ele foi para a imprensa e disse que eu tinha sido sondado, mas deveria ter ficado interno.

Interferência de empresários

A respeito das declarações que deu sobre a necessidade de se reciclar, Vanderlei Luxemburgo deu como exemplo a necessidade de aprender a lidar com a forte influencia dos empresários sobre os atletas.

- Hoje em dia, empresários pertencem à comissão técnica, sem pertencer. Eles atuam com você. Jogadores têm empresários diferentes. Quando você faz uma ação coletiva com proposta de jogo, há interferência do empresário com relação ao que é importante para o jogador. Como ele deve atuar, se deve ou não jogar um jogo. Você coloca compromissos e o jogador vai conversar com o empresário. Você não pode abandonar o empresário, mas tem que ter alguém do clube para conversar com eles. Alguém precisa fazer a cabeça do jogador junto de você. São coisas que trazem prejuízo. A relação entre jogador e técnico é diferente da que existia na nossa época. A interferência dos empresários desde as categorias de base é muito grande.

Gol de barriga

Vanderlei Luxemburgo lembrou que, em 2011, o futebol do Flamengo completará cem anos. O treinador, que comandou a equipe rubro-negra em 1995, quando era comemorado o centenário do clube, contou que uma adversidade daquela temporada o marcou: o gol de barriga de Renato Gaúcho na decisão do Campeonato Estadual. Luxemburgo espera poder revidar.

- Ano que vem é o ano do centenário do futebol do Flamengo. Eu sou flamenguista e uma das coisas que mais me frustraram foi aquele gol de barriga no ano do centenário. Agora espero que aconteça outro gol de barriga, dessa vez a favor do Fla.

Atlético-MG 'não deu liga'

Sobre sua passagem pelo Atlético-MG, o técnico lamentou o excesso de lesões sofridas por seus jogadores, inclusive a dele mesmo, que o obrigou a se afastar dos treinos do Galo.

- O Atlético-MG não deu liga. O clube deu toda condição de trabalho, contratamos jogadores. Mas o futebol não perdoa. Pela primeira vez passo por um clube que tenho muitos jogadores se machucando ao mesmo tempo. Fiz uma coisa pensada, mas arriscada. Trocar o time que jogou o Campeonato Mineiro e jogar com um novo. Mas os jogadores que eu contratei se machucaram: Obina, Mendez, Daniel Carvalho, os dois laterais. E eu me machuquei. (...) Na Europa o Ferguson, o Capello e o Mourinho, deixam seus assistentes trabalharem e só aparecem para montar a equipe. Com a minha lesão, fiz isso. Mas os jogadores brasileiros só respeitam o técnico. Minha lesão prejudicou o Atlético.
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Diogo faz tratamento em tempo integral para voltar ao Fla


Médico Marcelo Soares ainda não garante escalação do atacante no sábado. Toró volta aos treinos e está à disposição de Luxemburgo


Por Eduardo PeixotoRio de Janeiro
Fisioterapia, musculação e piscina. Enquanto o grupo do Flamengo descansou nesta segunda-feira, Diogo teve uma puxada rotina de tratamento. O atacante sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo no primeiro tempo da partida contra o Atlético-GO, ficou fora do duelo contra o Avaí e não está garantido no jogo contra o Inter, sábado, no Engenhão.
- Ele ainda tem edema e dor no tornozelo. Vamos aguardar. Ainda não dá para garanti-lo – declarou o médico Marcelo Soares.
Este é o segundo problema no mesmo local desde que foi contratado pelo Flamengo, em agosto. Da outra vez, ele perdeu apenas uma partida.
- Coincidentemente foi no mesmo tornozelo. Mas a lesão é outra. Foi uma outra entorse – garantiu Marcelo.
Fora da equipe há quatro jogos por causa de uma lesão no músculo posterior da coxa direita, Toró foi liberado para retornar aos treinamentos.
O Flamengo volta às atividades em tempo integral nesta terça-feira, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande.
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Val Baiano: ‘Não estou no Flamengo para ser humilhado’


Depois de três gols em dois jogos, atacante celebra nova fase e diz que depois do gosto amargo trajetória dele no Rubro-Negro terá sabor de mel



Por Eduardo PeixotoRio de Janeiro
 O fim do jejum de dez jogos aconteceu na quinta-feira. Mas faltava confirmar que os dias de “secura” e agonia ficaram para trás. Val Baiano conseguiu. Em apenas 16 minutos, o atacante fez dois gols quase iguais no empate por 2 a 2 com o Avaí.
Ele queria mais. Pretendia marcar o terceiro e, pedindo a música no Fantástico, dar trilha sonora à nova fase. Uma das letras preferidas dele diz que o “a prova tinha um gosto amargo, mas minha vitória hoje tem sabor de mel”.
Val degustou bem o sabor amargo de jogar no Flamengo. Virou motivo de chacota, apelidos ofensivos e sinônimo de um time sem rumo pós-saída de Adriano e Vagner Love. Ele suportou tudo ao lado da esposa Débora, grávida de cinco meses de Daison, e do filho Dauan, de seis anos.
Nesta entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o atacante celebra a chegada de Vanderlei Luxemburgo, revela seu peso e admite que um gol perdido poderia ter acabado com a carreira dele no Flamengo.
 GLOBOESPORTE.COM: Depois do gol contra o Atlético-GO, você disse que tirou “Cristo das costas”. Qual foi a sensação ao marcar duas vezes contra o Avaí?
VAL BAIANO: De alívio. Tomei porrada de todos os lados. Mas encontrei a força nas pessoas que me rodeiam. Minha família, o pastor Fernando (religioso que frequenta a concentração do Flamengo) ... Procurei me apegar a Deus. Achei que não fosse suportar tanta pressão, mas Deus colocou o Vanderlei na hora certa e recebi toda confiança dele. Fiquei mais feliz por ver o torcedor gritar meu nome. Fiquei mais leve, confiante. E também pelo apoio dos meus companheiros. Léo Moura deu força e lembrou que o Obina também tinha passado por isso no Flamengo ano passado.
Dá para dizer que é o início de uma nova fase?
Não estou no Flamengo para ser humilhado. Quero ser exaltado. Antes de terminar o ano as coisas vão mudar. Vivo de gols, mas penso primeiro no coletivo. Minha meta não são os gols, são as vitórias. O Luxemburgo disse algo que concordo totalmente: penso no nós, não no eu.
Mas em algum momento chegou a pensar em abandonar o clube? 
Acho que não desanimei porque encontrei pessoas que me incentivaram. Um dia, a minha irmã (Lucimara) ligou chorando da minha cidade (Juquié-BA) dizendo que não era justo um homem bom como eu passar por tantas humilhações. Pedi para ela ficar tranquila porque as coisas iriam mudar. O Isaías Tinoco falou algo que nunca vou esquecer: tem que respeitar a fase.
Qual foi a crítica que mais o magoou? 
Eu não costumo acompanhar as críticas, mas no jogo contra o Santos minha esposa comprou um jornal do Rio e estava lá: “Mesmo sem Val Baiano Fla fica no 0 a 0”. Aquilo me machucou bastante. Eu não fui sequer relacionado para aquele jogo. Fiquei pensando se era algo armado contra mim. Sempre respeitei e aceitei a crítica construtiva.
Foram dois gols em 20 minutos. Já tinha escolhido a música do Fantástico? 
Quando fiz os dois gols comecei a imaginar que poderia pedir a música no Fantástico. E tinha na cabeça o louvor de Marquinhos Gomes. A letra diz: "tentaram me parar e frustrar meus sonhos, mas eu nasci para vencer". Tem uma outra que fala: "a minha prova tinha um gosto amargo, mas minha vitória hoje tem sabor de mel". São dois trechos que têm muito a ver com o que passei no Flamengo.
A cobrança pesada o surpreendeu? 
Sou torcedor do Flamengo e também já cobrei. O torcedor não quer saber se o atacante está fora de forma. Mas o clube passou por um vendaval após o Carioca. Às vezes a má fase não é só do jogador, mas do clube todo. Nada dava certo. Quando cheguei, sabia que a cobrança seria grande, mas não imaginava que seria tão grande. Foram muitas pauladas e pedradas na minha direção.
 Depois de você, Deivid e Diogo passaram por situação semelhante de jejum de gols. De alguma forma acha que pegaram pesado no seu caso? 
Nos primeiros cinco jogos não tive sequer chance de finalizar. Contra o Atlético-MG chutei muito bem e o Fábio Costa fez uma defesa incrível. Só posso lamentar mesmo o gol que perdi contra o Guarani, após o passe do Pet. A bola quicou no gramado e me atrapalhou. Mas pior foi contra o Vitória. Se o Kleberson não faz aquele gol após meu chute na trave eu nunca mais jogaria no Flamengo (assista ao lance no vídeo ao lado).
O seu peso foi apontado como uma das causas do mau desempenho. Pode revelá-lo?
Cheguei ao Flamengo com 96,5 kg e agora vario entre 89kg e 90 kg. Ano passado, quando fiz 18 gols pelo Barueri no Brasileiro, estava com 93kg. Quando o atacante marca, está leve e não tem nada errado. A minha questão não era problema físico.
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Urubutr