I made this widget at MyFlashFetish.com.

Sucesso de ‘Mengão sem freio’ entre jogadores deixa cantor surpreso


MC Rell só ficou sabendo que os atletas rubro-negros gostavam da música por conta de uma entrevista de Deivid ao 'Globo Esporte'


Quem assistiu à semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Botafogo pode ter estranhado a comemoração do goleiro Felipe após as cobranças de pênaltis. Com o corpo curvado para a frente e braços balançando rapidamente, o jogador fez o passo da música “Bonde do Mengão sem freio”. O funk caiu no gosto do time rubro-negro, principalmente do grupo formado por Ronaldinho Gaúcho, Deivid, Felipe e Léo Moura.
Autor da música, que originalmente tinha outra letra, MC Rell (ou Guilherme, fora dos palcos) ficou surpreso com o sucesso de seu funk. Afinal, o cantor não tem qualquer contato com os jogadores rubro-negros.
- Ninguém me pediu música, nem fui eu que levei para eles. Um dia, estava assistindo ao "Globo Esporte" e vi uma entrevista do Deivid dizendo que eles iam comemorar os gols com coreografias para a minha música. Fiquei muito feliz - contou.
Rell agora torce para o Flamengo continuar “sem freio” e conquistar a Taça Guanabara no domingo. O time rubro-negro encara o Boavista e, caso vença, já sabe que terá uma atração certa para a festa do título.
- Ia gostar muito se eles me convidassem. Com certeza, ia ser muito legal cantar e ver os jogadores do Flamengo dançando a minha música. Agora eu assisto aos jogos do time só para ver se eles comemoram dançando o “sem freio” - afirmou.
Amizade com MC que fez música para o Pet
MC Rell do Bonde do Mengão sem freio (Foto: Thiago Fernandes / Globoesporte.com)MC Rell faz, no bonde, o passo de sua música
(Foto: Thiago Fernandes / Globoesporte.com)
Se os jogadores rubro-negros adotaram o “Bonde do Mengão sem freio” no início de 2011, outra música marcou a campanha vitoriosa da equipe no Brasileiro de 2009. Na época, foi o "funk do Pet" que contagiou a equipe. Curiosamente, o dono desse funk é o MC K9, amigo de Rell. A dupla, inclusive, se juntou para fazer uma brincadeira misturando músicas dos dois (assista no vídeo acima).
- Minha carreira alavancou depois daquela música. Muita gente passou a me conhecer e a me chamar para tocar em festas. Fiz amizade com vários jogadores, que hoje me tratam como amigo mesmo - revela K9.
Por conta dessas amizades, K9 já ouviu pedidos para conhecer MC Rell. O funkeiro promete que isso não deve demorar.
- Vamos combinar para eu apresentá-lo a alguns jogadores. Espero que ele tenha o mesmo sucesso que eu tive em 2009.
Read More

Renato revela que título invicto será importante para o elenco

Rio - No esquema montado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, um jogador em especial aparece como um curinga. Atuando no meio-campo ou compondo à ala esquerda, Renato tornou-se peça fundamental para a equipe rubro-negra. Satisfeito com o início de temporada, o jogador disse que a conquista invicta terá um sabor especial para o elenco.
"Estamos invictos. Para nós seria importante tentar terminar a competição de maneira invicta. Seria importante tanto para os que estão chegando como para os que já conseguiram uma conquista assim", contou Renato.
O jogador que tem um histórico de gols de falta com a camisa do clube, revelou que não se incomoda com o rodízio realizado entre os companheiros.
"Temos muitos cobradores de falta e de pênaltis. Sei da minha qualidade para bater faltas. Na hora, é determinado. Dentro de campo a gente resolve. Não teve nenhuma briga. Quem estiver num melhor momento e quiser bater, bate. Eu não ligo de bater falta, claro que se tiver uma boa oportunidade...", explicou.
Read More

Preparador físico revela lado 'trambiqueiro' e mestre-cuca de Vanderlei Luxemburgo

Certa vez, Vanderlei Luxemburgo vendeu para um jogador um carro que "andava com três rodas no chão e uma no alto, todo desalinhado". Entre os amigos, o técnico do Flamengo é conhecido por seu "frango à Luxemburgo", tiras de carne branca com tempero que são "espetaculares, uma delícia". Esta faceta de mestre-cuca levemente "trambiqueiro" mostra o quanto o treinador e seu mais fiel-escudeiro, o preparador físico Antônio Mello, são próximos.
Carioca nascido em Vila Isabel, criado em Campo Grande, torcedor do Salgueiro, pai de Vanessa, casado com Marilaide e vivendo o futebol em boa parte dos seus 63 anos de vida, Mello está ao lado de Vanderlei Luxemburgo desde 1997. Uma parceria que rendeu 13 títulos dos 38 troféus que o preparador ergueu na carreira. Além disso, uma amizade entre as famílias e um autêntico casamento profissional com o atual homem forte do futebol rubro-negro.
Na última terça-feira, a reportagem do UOL Esporte bateu um papo descontraído com o preparador físico no CT Ninho do Urubu. A data marcava a reapresentação dos atletas após a classificação para a decisão da Taça Guanabara e Mello já demonstrava ansiedade para o jogo contra o Boavista, domingo, às 16h, no Engenhão. Mais uma final na trajetória da vitoriosa dupla. Convidado para falar sobre a parceria, Mello contou detalhes curiosos da amizade com Luxemburgo fora do futebol. Confira as melhores partes:
  • Vinicius Castro/ UOL Esporte
    Ao UOL Esporte, Mello contou histórias curiosas da parceria vitoriosa com o amigo Luxemburgo
  • Alexandre Vidal/ Fla Imagem
    Vanderlei Luxemburgo, Antônio Mello e Antônio Lopes Júnior (auxiliar técnico) no Ninho do Urubu
  • Vinicius Castro/ UOL Esporte
    Antônio Mello vê um Vanderlei entusiasmado com o trabalho no Fla e já sente o frio na barriga da final

UOL Esporte – Como começou a sua trajetória no futebol?
Antônio Mello - “Entrei no futebol por acaso. Dava aula em uma faculdade de educação física em Campo Grande e fui convidado pelo diretor, que tinha sido eleito o presidente do clube, para trabalhar como preparador físico. Nem queria ouvir a conversa, mas quando voltei de um curso em Volta Redonda ele me pegou pelo braço e disse que iria começar no outro dia. Quando cheguei, os jogadores não tinham roupa para treinar. Souberam que eu seria o novo preparador e colocaram todas as mudas de roupa para lavar (risos). Comecei assim no futebol. Fiquei seis anos no Campo Grande. Ganhei a Segunda Divisão e a Taça de Prata”.
UOL Esporte – E as bombas que você enfrentou quando trabalhou no Oriente?
Antônio Mello - “Passei pela seleção brasileira júnior de 1977 a 1983. Depois fui trabalhar com o Parreira nos Emirados Árabes. Após um tempo acabei indo sozinho para a seleção do Iraque. Levei minha esposa para Bagdá, só que estava na época da guerra entre Irã e Iraque. Os bombardeios eram frequentes. Em uma noite foram muitos mísseis disparados que caíram perto da minha casa. Na época, morava próximo ao Rio Tigre e a cama chegava a subir com os mísseis (risos). Minha mulher ficou desesperada. O José Luiz Runco (médico do Flamengo) trabalhava no Rashid e na seleção. Foi uma pessoa importante me ajudando na época. Fomos jantar no dia seguinte em um restaurante todo despedaçado e a minha mulher perguntava o que tinha acontecido. Respondíamos que estava em reforma para não assustar. Eles bombardearam Bagdá mais uma noite e entramos no primeiro avião para o Brasil no dia seguinte”.
UOL Esporte – Mesmo voltando, as odisséias com bombas e guerras não terminaram...
Antônio Mello – “Verdade. Quando voltei encontrei o Joel Santana e começamos a trabalhar juntos. Em 1991, estávamos na Arábia Saudita quando estourou a Guerra do Golfo. Ficamos presos em Rihad sem poder sair, bombas caindo, casa fechada por causa do perigo de arma química. Em cinco dias o príncipe nos colocou em dois carros com as malas para voltarmos ao Brasil. Fui no carro da frente com um motorista paquistanês. Eram 12 km de estrada no meio do deserto e percebi que o carro estava “escrevendo muito” na areia. Quando olhei para o lado o motorista estava dormindo debruçado ao volante. Atravessei por cima do cara, dava soco para ele acordar, xingava, e nada. Fui para o volante e levei até a próxima cidade (risos)”.
UOL Esporte – E como começou a parceria com o Vanderlei Luxemburgo?
Antônio Mello – “Trabalhamos rapidamente na Ponte Preta, em 1992, e só fomos voltar a trabalhar mesmo no início de 1997, no Santos. Foram muitos títulos até aqui, muitas histórias, e uma relação bem saudável. Um casamento perfeito. Discutimos para organizar os treinamentos da semana, mas sempre de forma proveitosa. O Vanderlei não trabalha sozinho, delega funções e escuta todo mundo. Ele deixa o pessoal trabalhar e quer que todos apresentem o que está sendo feito”.
UOL Esporte – Qual a história mais curiosa com o Vanderlei em todos esses anos de convívio?
Antônio Mello – “Foi logo quando trabalhamos juntos na Ponte Preta. Na época tinha um salário excelente. Eram 20 mil dólares no início e mais seis mil por mês. Só tinha um carro e falei com ele que precisava resolver a questão. O Vanderlei tinha uma agência de automóveis e me convidou para ir até lá. Dos 20 mil dólares já larguei oito mil na mão dele. Mas minha mulher andou com o carro e não gostou. Ele reclamou e ofereceu outro por mais quatro mil dólares. Quer dizer, sobraram apenas oito mil na minha mão (risos). Era muito engraçado. Ele comprava umas kombis velhas e reformava. Passava um material para tirar a ferrugem, mas tudo por cima, não tirava a parte velha não. Quando molhava saía tudo e os feirantes reclamavam (risos). O Vanderlei vendia carros, mas não fazia o serviço direito. Ajeitava daqui, dali, e nada. Ele vendeu um carro para um jogador que hoje é técnico e não posso falar o nome. O carro andava com três rodas no chão e uma no alto (risos). Ele comprava carro batido, cortava, e encaixava as peças. O carro saía todo desalinhado com o cara achando que estava com um carrão em mãos”.
  • VIPCOMM
    Segundo Mello, além de vendedor de carros sem talento, Luxa é um cozinheiro de mão cheia
UOL Esporte – E como é a relação de vocês no dia a dia quando não estão trabalhando no Fla?
Antônio Mello - Falamos em futebol até nas folgas. As famílias são muito amigas desde o começo da vida profissional. Sempre frequentamos a residência do outro. Ele vai lá pra casa e faz um "frango à Luxemburgo" espetacular. Ele tem uma faca pequena e corta o frango sem perder o formato. Acho que ele fez um curso de anatomia de aves, só ele consegue fazer isso. Depois, recheia aquilo tudo com um tempero e corta em fatias, uma delícia. Também saímos para tomar uma cerveja, vinho, conversar, mas o papo sempre acaba em futebol”.
UOL Esporte – Muita gente diz que a passagem de vocês pelo Real Madrid em 2005 foi um fracasso. O que aconteceu naquele momento?
Antônio Mello - “Ao contrário do que muita gente diz, foi uma passagem bacana. Ganhamos os sete primeiros jogos e encostamos no Barcelona. No segundo ano fomos bem e brigamos com o Barcelona pelo primeiro lugar. Deixamos o clube colado no time catalão e classificado para a segunda fase da Liga dos Campeões. O que aconteceu foi uma discordância do Vanderlei com a presidência. Não tinha como renovar o time, o que ele queria. Tínhamos jogadores desgastados, atletas com uma vida social muito intensa, compromissos de marketing, e o Vanderlei não tinha como mudar esse quadro. Estávamos em um clube de exibição e não de competição. O Beckham tinha que fazer fotos na Inglaterra de manhã, o Zidane precisava resolver coisas na França, outros jogadores tinham compromissos. Não era o time que queríamos trabalhar e o Real Madrid não podia mandar embora esses jogadores. Então voltamos ao Brasil”.
UOL Esporte – O Vanderlei parece um menino dirigindo o Flamengo. O que aconteceu?
Antônio Mello - “Parece que ele deu uma revitalizada mesmo. Está em um momento de felicidade extrema. Ele é flamenguista e encontra um apoio enorme dentro do clube, principalmente da presidente, que tem ideias modernas. Isso tudo está deixando-o empolgado. O comprometimento da direção com os salários, que estão em dia, também o anima. O Flamengo está cumprindo com as coisas e os jogadores demonstram a felicidade de estarem conosco. O Vanderlei quer fazer no Flamengo o mesmo trabalho que realizou no Cruzeiro, em 2003, por isso remontou o time e começou tudo do início”.
UOL Esporte – Qual o requisito primordial para o preparador físico?
Antônio Mello – “O preparador físico e o treinador precisam conhecer o vestiário, tem de “sentir o cheiro” do vestiário. No olhar você já sabe tudo. Isso é fundamental no futebol. Chego ao clube e vou a todos os setores ver como estão as coisas, dou uma geral mesmo para sentir o clima. É assim que funciona em uma semana como essa de decisão. Você sente aquele frio na barriga, a insegurança. Isso faz parte do ser humano”.
UOL Esporte – Quais os títulos que você destaca na carreira?
Antônio Mello – “Todos. São 38 títulos, só com o Vanderlei foram 13. Só não conto o Brasileiro pelo Vasco, em 2000. Saí do clube em novembro e o Vasco ganhou em dezembro. Participei de mais de 70% da campanha e não cheguei ao final, a mesma coisa na Copa Mercosul. São muitos títulos, tenho a certeza de que sou o preparador físico com o maior número de conquistas no país”.


Read More

Fla busca a 19ª Taça Guanabara, a sétima de maneira invicta


Rubro-Negro é o clube que mais vezes ergueu o tradicional troféu. Neste domingo, time de Luxemburgo enfrenta o Boavista na decisão



O maior vencedor do Campeonato Carioca, com 31 títulos, quer a sua 19ª Taça Guanabara. O Flamengo também é o recordista de conquistas do tradicional troféu. Supera Vasco, que tem 11, Fluminense, com oito, e Botafogo, que venceu seis vezes. América (1974), Americano (2002) e Volta Redonda (2005) completam o ranking.
Neste domingo, o Rubro-Negro vai enfrentar o Boavista na decisão do primeiro turno. A partida será no Engenhão, às 16h (de Brasília). Mais do que aumentar a coleção, os jogadores querem manter a campanha invicta. Em oito partidas até agora, foram sete vitórias e um empate (com o Botafogo, na semifinal).
Comemoração Flamengo (Foto: Vipcom)Rubro-negros comemoram o gol de Ronaldo Angelim na semifinal contra o Fla (Foto: Vipcom)
- Eu não sei quantas vezes o Flamengo ganhou todas essas edições invicto. Mas estamos invictos. Para nós seria importante tentar terminar a competição assim. Para os que estão chegando e para os que já conseguiram, seria uma conquista especial - disse o meia Renato.
Dos 18 títulos da Taça Guanabara do Flamengo, seis foram invictos: 1972, 73, 80, 89, 96 e 99. Nas últimas seis vezes que ergueu o troféu, o clube da Gávea também levou o Carioca: 1996, 1999, 2001, 2004, 2007 e 2008.
Os jogadores rubro-negros têm valorizado o feito do Boavista de chegar à decisão e não é para menos. De 2004 para cá (quando o formato do estadual permaneceu igual), a equipe de Saquarema é a sexta equipe de menor expressão a chegar a uma final da Taça Guanabara: Volta Redonda e Americano (2005), América (2006), Madureira (2007) e Resende (2009) foram os antecessores. Só o Volta Redonda sagrou-se campeão (derrotou o Americano nos pênaltis).
Read More

A nova formação ideal do Flamengo

Para a primeira decisão do ano, no domingo, time se consolida com um novo sistema de jogo





LANCEPRESS!

O Flamengo se fortifica sob a batuta de um novo sistema de jogo para a sua primeira decisão do ano, no domingo, contra o Boavista.

O técnico Vanderlei Luxemburgo abdicou, nos três jogos passados, da formação sob a qual o time construiu sua invencibilidade em seis dos nove jogos disputados nesta temporada para consolidar um novo esquema.

O 4-2-3-1, com uma linha defensiva formada por quatro jogadores, foi substituído pelo 3-6-1, que tem um terceiro zagueiro na faixa defensiva da lateral esquerda.

Ronaldo Angelim foi o escolhido pelo técnico Vanderlei Luxemburgo para exercer a função.

Em três compromissos, o time levou um gol. O novo esquema é bem visto pelos zagueiros.

– Ajudou muito, até pela qualidade do Angelim. Melhoramos a parte de trás com os três zagueiros e fechamos bem o setor defensivo. Ao menos para nós, foi bom – analisou o zagueiro Welinton.

E a final da Taça Guanabara remontará, justamente, ao primeiro duelo entre Flamengo e Boavista, disputado no dia 6 de fevereiro. Na ocasião, Luxemburgo mostrou a principal novidade tática do Fla mengo pela primeira vez.

Naquele jogo, o treinador alterou o 4-2-3-1 aos 20 minutos do segundo tempo, colocando em campo o zagueiro Jean no lugar do lateral-esquerdo Egídio.

OFlamengo já vencia o jogo por 2 a 1 e, antes de marcar o terceiro, chegou ao a levar o empate. Foi a primeira e única vez que os rubro-negros foram vazados duas vezes em um mesmo compromisso este ano.

No balanço geral, a média de gols tomados no 3-6-1 é de 0,33. O número é duas vezes inferior à média de gols sofridos no 4-2-3-1.
Read More

Renato volta no tempo: gol, título e comemoração original na final de 2007


Na Taça Guanabara daquele ano, Fla enfrentou o Madureira na decisão. Técnico Alfredo Sampaio, agora no Boavista, volta ao caminho rubro-negro




Por Richard SouzaRio de Janeiro

Renato pensa em final de Taça Guanabara e volta no tempo. O ano é 2007, no Maracanã, e o Flamengo tem o Madureira como adversário. Depois de perder o primeiro jogo por 1 a 0, o Rubro-Negro vence 4 a 1 na volta e fica com o título. Além do meia, outros dois jogadores do grupo atual participaram daquele confronto: o lateral-direito Léo Moura e o zagueiro Ronaldo Angelim 
Para Renato foi especial. Vaiado na partida de ida, o camisa 11 jogou com raiva e mostrou a raça que fez dele um ídolo da torcida. Ainda marcou um gol de pênalti, o último daquele confronto. Souza, duas vezes, e Renato Augusto também marcaram (assista ao vídeo). Quatro anos depois, Renato tem dificuldade para lembrar de todos os detalhes, mas logo conta a forma curiosa que escolheu para comemorar. 
- Não lembro da comemoração, não. Espera aí. Ah, sim, verdade. Foi uma coisa combinada com o Diego (goleiro reserva, que hoje está no Ceará). Na época, pedi para ele segurar um meião de um amigo meu. Se fizesse o gol, usaria aquilo ali (na cabeça). Estava limpo, lavado (risos). Foi uma comemoração bem legal. Tenho um quadro em casa com aquela foto.
Neste domingo, o Flamengo vai decidir o primeiro turno do estadual novamente contra uma equipe de menor expressão. No lugar do Madureira, o Boavista. Mas há uma semelhança: o técnico Alfredo Sampaio dirige o adversário.
Renato coletiva Flamengo (Foto: Eduardo Peixoto / Globoesporte.com)Renato tem boas lembranças da final da Taça Guanabara de 2007 (Foto: Eduardo Peixoto / Globoesporte.com)
- São épocas diferentes, jogadores diferentes. É um time de menor expressão e vocês analisam que seja da mesma forma, mas para nós é diferente. O Boavista chegou com méritos à final. Passam muitas coisas pela cabeça, até pelo fato de ter jogado a final contra o Madureira. Mas existem detalhes, tudo pode acontecer. O Boavista tem um treinador muito capaz. Mas tem o outro lado também. Nós somos o Flamengo. Fizemos por merecer, estamos acostumados a chegar às finais. Não só os jogadores, mas o clube.
A final da Taça Guanabara de 2007 teve a marca da polêmica. Antes do segundo jogo, o meia Djair (ex-Bota, Flu e Fla) comparou a equipe da Gávea a um time de totó, durante participação no programa “Bem, Amigos!”, do SporTV. Na época, o técnico Ney Franco usou o comentário do jogador na preleção para motivar o grupo. Funcionou.
Depois da decisão, jogadores das duas equipes trocaram empurrões e xingamentos dentro de campo. A confusão teria começado quando o goleiro Bruno (hoje detido em Minas Gerais acusado pelo desaparecimento de Eliza Samudio) passou pelo banco de reservas do Tricolor suburbano fazendo provocações. Na época, Alfredo Sampaio disse que Djair fora mal-interpretado. Por sua vez, os rubro-negros cobraram respeito.
Read More

Flamengo liderou rebelião do Rio

Patricia Amorim demonstra otimismo após reunião por Ronaldinho (Foto: Wagner Meier)(Foto: Wagner Meier)
DE PRIMA

A decisão de saída em bloco dos cariocas das negociações que o Clube dos 13 conduz foi tomada terça à noite, na casa do vice do Flamengo, Helio Ferraz.
O líder foi o Flamengo, que dias atrás ainda estava indeciso. Ao decidir sair, arrastou os outros três cariocas, que reivindicam receber mais e diretamente da TV. O próximo passo deve ser anunciar oficialmente o desligamento do C13.
Read More

Adriano volta à Itália com um objetivo fixo: Flamengo em junho


Imperador passa mais um período de ‘licença’ no Rio com direito a polêmicas e histórias confusas




adriano embarque (Foto: Eduardo Peixoto/Globoesporte.com)Adriano retorna à Itália com o Flamengo na cabeça
(Foto: Eduardo Peixoto/Globoesporte.com)
A temporada europeia ferve com as oitavas de final da Liga dos Campeões e rodadas decisivas nos campeonatos nacionais. Enquanto isso, Adriano encerrou na noite de quarta-feira o segundo período de “licença” no Rio de Janeiro em menos de dois meses. Tipoia no braço, um abraço de até breve nos amigos e o embarque para Roma de cara fechada ao lado do primo Rafael foram as últimas cenas de um jogador que está estafado da Europa e não vê a hora de retornar ao Flamengo. Na despedida, ele levantou a voz para dizer que não daria entrevista porque inventavam muitas coisas sobre a vida dele.
Reação repetida. Na última visita ao Rio de Janeiro teve comportamento semelhante. Adriano embarcaria dia 28 de dezembro, mas adiou algumas vezes, se esmerou nas desculpas e conseguiu ficar no Rio de Janeiro até o dia 3 de janeiro. Saiu do aeroporto Tom Jobim avisando que voltaria ao Flamengo em junho. Quando desembarcou no saguão do Fiumicino, em Roma, voltou atrás e disse que a entrevista era inventada. Contudo, nas rodas de amigos ele admite o desejo.
Na festa de aniversário de 29 anos dele, quinta-feira passada, o próprio anfitrião avisou aos convidados que retornaria ao Rubro-Negro e traria na bagagem o zagueiro Juan. Para tal, será necessária uma estratégia de convencimento à diretoria e ao técnico Vanderlei Luxemburgo. A presidente Patrícia Amorim é maleável e, desde que haja compromisso com o profissionalismo pontuado por cláusulas contratuais, aceita conversar.
No entendimento do jogador não há nada que o seduza em Roma. Ele virou motivo de piada nos jornais, para os torcedores é apenas um fantasma no elenco e o novo treinador, Vicenzo Montella, não tem interesse na permanência dele. O contrato vai até 2013, mas há vontade das duas partes em abreviá-lo. Adriano está convencido de que não voltará a ser feliz na Europa. Nem o suporte familiar tem mais. A tentativa de reaproximação com Danielle, mãe de seus dois filhos (Adrianinho e Sophia) não deu certo e ele vive sozinho na capital italiana (amigos lhe fazem companhia em momentos alguns períodos).
adriano embarque (Foto: Eduardo Peixoto/Globoesporte.com)Período de licença no Brasil foi marcado por polêmicas e histórias conturbadas (Foto: Eduardo Peixoto/Globoesporte.com)
Mas, aos 29 anos, o jogador precisa voltar a campo. Ele não faz um gol em partida oficial desde a partida contra o Universidad de Chile, dia 20 de maio de 2010. Sorte que a torcida do Flamengo não o esquece e canta “Thiago Neves tá aí, Adriano vai voltar...”. Mas no Rio a imagem dele também está desgastada. Até quem convive com o Imperador dá sinais de cansaço. A falta de compromisso e a vida desregrada afastaram muitas pessoas que o ajudaram na passagem pelo Flamengo.
As histórias inusitadas, curiosas, bizarras ficaram no folclore do Ninho do Urubu. Como, por exemplo, o dia em que Adriano levou uma dezena de jogadores rubro-negros para conhecer a Igreja da Penha pelo alto da Vila Cruzeiro. A estrada de acesso é a da Pedreira, a mesma que ficou famosa no mundo inteiro como rota de fuga de centenas de traficantes armados após a invasão das forças policiais.
Se os jogadores o adoram, as namoradas e esposas o consideram uma companhia nociva. Também pudera. As festas dele com mulheres-frutas e amigas até o sol raiar são conhecidas. Uma destas confraternizações aconteceu na favela da Chatuba e teve como protagonista a então noiva do astro.
Joanna Machado apareceu no local, danificou carros de outros jogadores, discutiu com Bruno e foi expulsa da comunidade por Adriano. Mas a ex-noiva ainda o incomoda. Os amigos contam que o Imperador ficou perturbado com a notícia de que ela posou nua. Interligam até o atraso dele na volta ao Roma à vontade de conferir o ensaio nas bancas.

Chopinho, Lei Seca e novo amigo.
Teoricamente, os 16 dias de recesso na Cidade Maravilhosa serviram para tratamento no ombro direito, mas todas as informações sobre o Imperador penderam para outro lado. Aquele da vida desregrada, recheada de noitadas e histórias confusas. A primeira aparição foi com uma caneca de chope na mão. Alegou que estava em momento de folga relaxando com amigos e parentes.
Dias depois, contudo, o chopinho relaxante o fez perder a carteira em uma blitz Lei Seca. O atacante preferiu não assoprar o bafômetro e teve o documento apreendido e recuperado semana passada graças a seu advogado, Diogo Souza.
Soube-se também que Falcão, vocalista do Rappa, estreitou laços com o Imperador. Curiosamente, a notícia precedeu um comunicado oficial da modelo Isabeli Fontana avisando que terminara com o cantor.
O último fato público de Adriano foi o atraso dele na volta à Itália. A passagem estava marcada para o dia 20, mas foi remarcada três vezes. Na terça-feira, ele chegou a ir ao aeroporto, fez check-in, mas disse que a conexão em Lisboa era muito demorada e voltou para casa. Embarcou no dia seguinte, mas com a passagem de volta comprada no seu planejamento: junho de 2011. E nem um mês a mais.
Read More

Fla ergue escudo para evitar pedrada no domingo

POR VITOR MACHADO
Rio - A decisão da Taça Guanabara entre Flamengo e Boavista lembra o duelo de Davi contra Golias. No entanto, o meia Renato Abreu ergueu nesta quarta o seu escudo, para evitar uma pedrada surpresa, como a que derrubou o gigante na história bíblica. O arsenal de armas do Rubro-Negro, que conta com Ronaldinho e companhia, não dá a certeza da vitória, segundo o camisa 11. Para ele, as diferenças terminam no momento em que a batalha começa. 

“O Boavista chegou por méritos, e nós também. O peso da nossa camisa é maior, mas dentro de campo é outra coisa. Não adianta falar em favoritismo e não render o suficiente. Temos jogadores que já jogaram final de Copa do Mundo, Libertadores, Copa do Brasil, mas não quer dizer que vamos vencer por isso. A nossa responsabilidade é maior, mas temos que mostrar isso dentro de campo”, disse Renato.

De um lado, um hexacampeão brasileiro, que já conquistou a América e o mundo. Do outro, um time que tem, domingo, a chance de erguer o maior título de sua história: a Taça Guanabara. Na decisão, no Engenhão, Flamengo e Boavista medirão forças. No primeiro confronto, em Macaé, o gigante venceu, mas quase foi surpreendido. 

Entre as sete vitórias na primeira fase, a por 3 a 2 sobre o Boavista foi a que mais correu o risco de não acontecer. Um oponente que, mesmo aparentemente nocauteado, levantou e quase saiu como vencedor. “Eles tiveram um poder de reação grande contra nós. Tivemos dificuldades, como contra Vasco e Botafogo. Temos que olhar onde é o maior índice de erros do adversário e jogar em cima deles”, ensinou Renato.

O Flamengo só terá o Boavista pela frente porque o time de Saquarema eliminou o Fluminense, atual campeão brasileiro. Mais uma razão para a cautela de Renato, que garante encarar o confronto de domingo como se fosse um Fla-Flu. “Se fosse contra um time grande, seria mais valorizado por vocês (jornalistas). Mas para nós é a mesma coisa, é como se fosse um adversário de grande expressão”, explicou.
Read More

Zico e o troféu da Copa União: 'Nesse nem o Fla põe a mão'

POR AMANDA KESTELMAN
Rio - Enquanto o Flamengo briga na Justiça para conquistar de vez a Taça de Bolinhas, que está com o São Paulo, Zico, ídolo da geração campeã de 1987, já tem o seu próprio troféu muito bem guardado. Alheio ao reconhecimento oficial pela CBF, o Galinho guarda em casa  a taça que ergueu no dia 13 de dezembro de 1987, quando o Rubro-Negro venceu o Internacional na final da Copa União. Em 1990, quando encerrou sua carreira, Zico recebeu-a de presente, como uma homenagem da revista ‘Placar’ — criadora do troféu.

Mas, se depender do Galo, a Taça da Bolona, que tem gravado ‘Copa União’ na base, ainda vai demorar para encontrar seu lugar na sala de troféus da Gávea. Ele admite doá-la um dia, mas impõe uma condição. “Pretendo doar ao Flamengo no dia em que o clube tiver uma administração digna de receber. Assim como o nosso time foi digno de ganhar”, disse Zico, alfinetando a atual administração do Rubro-Negro.

Observando de longe a briga entre Fla e São Paulo pela Taça das Bolinhas, Zico diverte-se com a situação. “Não tem a de bolinha, mas eu tenho a de bolona. E essa ninguém pode pegar, só se me assaltar. Sendo que agora corro o risco, né? Já sabem que está aqui e podem querer vir pegar”, brincou o Galinho, que completou. “Essa taça foi um presente da ‘Placar’ para mim. Seria o troféu de outras edições da Copa União se o torneio continuasse. É especial porque nós carregamos depois daquele jogo”. lembra.

Experiente, o Galo fez pouco caso da recente decisão da CBF, que legitimou o título de 1987 na segunda-feira, com 23 anos de atraso. No entanto, não hesitou em criticar a postura do São Paulo, que aceitou receber o troféu na semana passada. 

“Para mim não significa nada essa oficialização. Eu só não vou poder mais fazer piada com a Taça de Bolinhas nas minhas palestras. Perdeu a graça. Na verdade, mudou apenas para o torcedor e para o clube. Agora, o São Paulo, um clube que é visto como digno, brigou com o Flamengo pelo reconhecimento da Copa União e faz o que faz. O que a gente tem que lamentar e que tudo agora tem por trás de jogadas políticas”, criticou o Galo.
Read More

Urubutr