Diego Maurício se inspira na base do Fla
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A presidente garantiu que não deixará Leo Moura ir embora do Fla, e já discute novas possibilidades
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Empresário descarta Ibson no Flamengo
A presidente do Flamengo, Patricia Amorim, nunca escondeu que gostaria de ver o clube novamente com jogadores formados na base. Adriano, Juan, Julio Cesar e Felipe Melo fariam parte do desejo da presidente. Ibson também.
O volante, atualmente no Spartak de Moscou, da Rússia, chegará neste fim de semana ao Brasil e muito se diz sobre uma possível sondagem do Flamengo para repatriar o jogador. No entanto, a investida é considerada difícil ou praticamente impossível na Gávea.
O jogador é um dos principais destaques do time russo. Além disso, a multa rescisória está estipulada em seis milhões de euros (cerca de R$ 13 milhões).
– A chance é zero – disse Eduardo Uram, empresário de Ibson.
Fonte: Lancenet
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Thiago Neves perto da liberação do Al Hilal

Diretoria do Fla aguarda. Jogador está indeciso
O fim de semana promete ser de espera para a diretoria rubro-negra. Afinal, o empresário de Thiago Neves, Léo Rabelo, irá batalhar pela confirmação da liberação do meia prometida há algum tempo pela diretoria do Al Hilal, da Arábia Saudita. Feito isto, o caminho estará livre para acertar com o jogador para 2011.
Claro que, para isso, o Flamengo precisará superar o rival Fluminense na disputa e a interferência da esposa do jogador, Marcella, torcedora fanática do arquirrival e que, em redes sociais, conversa com outros fãs tricolores e deixa bem clara a sua opinião. Para ela, o marido deveria voltar às Laranjeiras. Mas admite que ele está balançado com as propostas que recebeu do futebol brasileiro.
– Thiago não sabe o que quer da vida! – escreveu Marcella no Formspring, rede social em que o usuário responde perguntas feitas por outros usuários.
A esposa de Thiago Neves admite que a pressão sobre o meia é grande para que ele volte ao Fluminense. Por enquanto, o empresário do meia, Léo Rabello, prefere a cautela. Ainda que acredite na liberação já neste fim de semana, ele evita falar em negociação aberta com clubes brasileiros. Neste caso, a notícia poderia repercutir mal na Arábia Saudita e dificultar uma liberação.
– Provavelmente ele vai voltar para um clube brasileiro. Acho viável que isso aconteça, mas primeiramente temos de negociar a liberação com os dirigentes do Al Hilal. É possível que cheguemos a um acordo neste fim de semana. Na próxima segunda deveremos já ter novidades – afirmou Léo Rabello.
Em suas conversas com os torcedores por meio das redes sociais, a mulher de Thiago Neves, Marcella, copiou até o link de uma enquete realizada no LANCENET! sobre o destino do meia, Flamengo ou Fluminense, e pediu que todos votassem. Léo Rabello, no entanto, garante que não haverá leilão.
– Não vou negociar com os dois clubes. Não vou fazer leilão. Vou conversar com ele e analisar a melhor proposta. Tenho esperança que ele venha – finalizou o empresário do jogador do Al Hilal.
Fonte:Lancenet
Sem mágoas do Fla, R. Lourenço vê grande chance da carreira no Bahia
Treinador foi contratado para comandar o Tricolor na volta para Série A do Campeonato Brasileiro. Ele acha que pode mostrar seu trabalho no clube
Rogerio Lourenço durante a entrevista no Rio deJaneiro (Foto: Felippe Costa / Globoesporte.com)
A temporada de 2011 promete ser especial para o técnico Rogério Lourenço. Após deixar o Flamengo de uma forma inesperada, ele foi escolhido pela diretoria do Bahia para comandar a equipe no ano em que o clube retorna para a Série A do Campeonato Brasileiro. Por isso, considera essa oportunidade essencial para que sua carreira tome um rumo definitivo e a imagem possa se desvencilhar do rubro-negro.
Além da expectativa de ter ao seu lado uma das torcidas mais vibrantes do futebol brasileiro, Rogério Lourenço tem como primeiro objetivo conquistar o título do Campeonato Baiano, que não é vendido pelo clube desde 2001.
Você deve ter recebido algumas outras propostas, mas escolheu o Bahia. O que foi mais decisivo para aceitar ?
- Realmente tive algumas sondagens durante a fase final do Brasileiro de times da Série A e B, mas no momento não achei interessante aceitar. Também recebi outros convites nesse mês. Quando surgiu a proposta do Bahia pensei com carinho. Dentro do que planejava para 2011, eu pensava em uma equipe para trabalhar o ano inteiro. O Bahia tem o Estadual, o Brasileiro e a Copa do Brasil. Além do mais, acabou sendo uma oportunidade de defender um clube com uma torcida maravilhosa. Tenho uma grande oportunidade para alavancar a minha carreira na próxima temporada e farei de tudo para levar o Bahia no lugar mais alto nas competições.
A imagem ligada ao Flamengo o incomoda? Acha que é uma boa oportunidade para acabar com isso? O Renato Gaúcho também foi para o Bahia, quando muitos falavam que ele não deixaria o Rio de Janeiro.
- Ainda estou no início de carreira e sempre aparecem algumas pessoas que dizem isso. Sou criado na Gávea, tive momentos importantes como jogador e passei cinco meses como treinador do profissional do Flamengo, mas não acho que minha imagem esteja presa ao clube. Também fui técnico da Seleção Brasileira Sub-20 e as pessoas as vezes esquecem.
Guarda mágoas de alguém no Flamengo?
Rogerio Lourenço ainda como treinador da equipedo Flamengo (Foto: Jorge William / O Globo)
- Não, mas acho que poderia ter continuado no clube. Na época, o Flamengo vivia um momento conturbado e sobrou para o técnico. Não tive uma blindagem da diretoria e acabei sofrendo com isso, mas espero voltar um dia e realizar meu trabalho.
Você conquistou muitos títulos como jogador. Isso pode ajudar na sua carreira como técnico ou não interfere?
- Tenho muito respeito pelos treinadores que não estiveram dentro de campo. Nos bastidores, existe uma eterna discussão sobre isso, mas não é por ai. Tem espaço para os dois. Tive privilégio de trabalhar com técnicos que não foram jogadores e são maravilhosos. O Paulo Autuori é um bom exemplo.
Desses técnicos que você trabalhou, teve algum que te influencia na forma de agir?
- Seria uma injustiça citar um nome, pois cada um tem sua personalidade. Posso dizer que o Telê Santana, que me levou para o profissional, e o Ênio Andrade foram os que mais me marcaram. O Telê pelo jogo bonito dos times, mas sempre com competitividade. O Ênio tinha uma capacidade grande de visão de jogo e fazia substituições precisas.
Está levando uma comissão inteira ou vai aproveitar os profissionais que lá estão?
- Estou levando alguns de confiança e outros serão do próprio clube. O Toninho Oliveira (preparador físico) e o Eduardo Souza (auxiliar técnico) estão chegando comigo. Ainda teremos um outro preparador físico e o treinador de goleiros também já é do Bahia. É preciso valoriza-los pelo que conquistam em 2010.
Muitas especulações acontecem nessa época de ano. Já houve conversas com a diretoria do Bahia sobre reforços para 2011?
- Sabemos que é um período de muita especulação mesmo. Da mesma forma que jogadores podem sair, estamos pensando em reforços. Vi alguns jogos do Bahia na Série B e gostei bastante da qualidade do grupo. Ainda não conversei com o Paulo Angioni (diretor de futebol) para analisar as possibilidades. Conheço jogadores de qualidades que não estão sendo aproveitados nos clubes, mas não posso adiantar nada.
A ausência da Fonte Nova diminui um pouco essa alegria por trabalhar no Bahia?
- Acho que não. O estádio de Pituaçu também é muito bom. Sabendo usar a nosso favor, teremos resultados positivos como aconteceu esse ano. A torcida do Bahia sabe disso e tenho certeza que irá nos apoiar em qualquer lugar que o time jogar.
Mesmo com a rivalidade, a queda do Vitória chega a ser ruim para o futebol baiano?
- A principio, muita gente pode achar ruim. Não sei o que passa no Vitória para ter acontecido isso. A queda já ajudou muitos clubes, que voltaram fortes e hoje disputam grandes competições. Tenho que me preocupar com o Bahia. Existe a rivalidade, mas é preciso se respeitar isso. Quero conquistar o Estadual, que o clube não ganha faz tempo.
Tem alguma lembrança marcante dos confrontos contra o Bahia?
- Sempre foi difícil jogar contra o Bahia. Lembro-me de um ponta chamado Naldinho, que corria demais. O Piá (lateral) sempre me chamava atenção, pois ele era rápido. Tem uma coisa bem curiosa. Subi ao profissional do Flamengo no mesmo ano em que o Bahia conquistou o título do Campeonato Brasileiro. O ano de 1988 marcou muito para mim e também para o clube. Uma coincidência legal.
Quer deixar um recado aos torcedores?
- É uma honra trabalhar no Bahia. Estão chegando profissionais com muita vontade de vencer. A torcida pode ter certeza que não faltará respeito e trabalho. Se algum de nós fosse mais importante, o escudo do clube não estaria na frente, mas atrás. Vamos fazer um Bhaia forte em 2011.
Fonte: Globoesporte.com
Fla sonda Ibson, mas considera contratação "muito difícil"

Ibson vibra com gol do Spartak na Liga dos Campeões
O meia Ibson, do Spartak Moscou, chega ao Brasil neste fim de semana, e a diretoria do Flamengo fará uma sondagem ao jogador.
Formado pelo clube da Gávea, Ibson, já teve passagem pela Europa uma vez, pelo clube do Porto. Retornou ao Fla em 2007, por empréstimo, antes de se transferir para o time russo.
Os dirigentes do clube consideram a contratação do meia "muito difícil", devido ao alto valor da multa rescisória do atleta. Os russos cobram R$ 13 milhões para liberar Ibson.
O Flamengo, com poucos recursos em caixa para fazer grandes contratações, liberou esta semana o lateral esquerdo Juan e tem jogadores assediados por outros clubes, como Léo Moura e Willians.
Jogadores jovens que estavam emprestados como Egídio, Vinícius Pacheco, Paulo Sérgio, Erick Flores e Bruno Mezenga regressam ao clube em 2011.
Fonte: Terra
DE PRIMA: Conselho do Fla contesta balancete da diretoria
O balancete financeiro do segundo trimestre de 2010 do Flamengo, recém-apresentado, já provoca contestações no Conselho Fiscal. Patrícia Amorim, após demitir em abril o contador da gestão anterior, trocou o regime de competência pelo misto (como se o clube fosse empresa pública).
Com isso, cita as antecipações de direitos de TV e marketing só entre as receitas, dando a ideia de superávit. Na verdade, o período teve déficit de R$ 15 milhões. A diretoria pode ter de reapresentar os dados.
Fonte: Lancenet
Everton jogará no futebol brasileiro em 2011

