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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fla define estratégia: 'Jogar cada jogo como se fosse uma final'

Rio - Depois de conquistar quatro pontos em seis possíveis, nas últimas duas rodadas do Campeonato Brasileiro, o Flamengo viveu dias mais tranquilos. Com os gols de volta, a confiança do elenco voltou e isso pode ajudar o atual campeão a tentar mais uma de suas arrancadas na competição. Mas tal feito é encarado de maneira diferente dos últimos anos, na Gávea. Sem meta pré-definida, cada jogo se tornou uma decisão.

Preocupado em fazer os atletas confiarem cada vez mais neles e na força do elenco, Silas não quer saber também de sorte ou azar. O que vale para o treinador rubro-negro é o trabalho bem feito.

"A tabela nos ajudou nas últimas duas rodadas, mas temos que estar atentos aos jogos decisivos que temos pela frente. Precisamos nos ajudar também. Não podemos contar só com a sorte. No jogo contra o Fluminense, se a bola do Deivid, nos momentos finais da partida, tivesse entrado, estaríamos melhor na tabela", afirmou Silas.

Contente por ter retornado bem à equipe, Kleberson sabe bem que os melhores resultados melhoraram o clima e a cabeça dos jogadores, o que pode ajudar muito no restante da competição.

"No último jogo, o time entrou já com mais confiança, com cada um acreditando mais nos companheiros. Poderíamos ter saído com a vitória no clássico, mas não deu. O espírito é aquele mesmo e tem que ser mantido para o restante do campeonato. O time encaixou. Agora não temos mais jogadores entrando no time para pegar ritmo. Estão todos brigando por vagas na equipe, o que aumenta a competitividade e a qualidade", disse.

Mas quem acostumou com o oba-oba que ‘morava’ na Gávea, vai ter que ser apresentado à nova maneira de se tratar a boa fase: pés no chão.

"Só definirei uma meta quando o grupo estiver voando. Ainda não temos isso e, por enquanto, vamos pensar jogo a jogo. Vamos manter um olho no retrovisor e outro no grupo da frente. Queremos entrar no bolo e, quando estivermos lá, pensamos em coisas maiores. Tive cinco jogos no comando do time. Os jogadores precisam de um pouco mais de tempo para entender essa rotatividade que está acontecendo, assim como a maneira como eu trabalho. Depois, com tudo acertado, fica mais fácil", finalizou Silas.

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