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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Silas coloca triunfo como prioridade e 'ignora' gritos de burro

Com o Fla longe das vitórias há seis jogos, técnico diz que tem mais coisas para pensar no banco e justifica saída de Correa ainda no primeiro tempo

Por Carolina Elustondo São Paulo
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Com a derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi, na noite desta quarta-feira, o Flamengo chegou ao sexto jogo sem vencer. O técnico Silas agora tem que pensar em uma maneira de conseguir o seu primeiro triunfo neste sábado, contra o Vitória, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Perigosamente próximo da zona de rebaixamento, com 22 pontos, na 16ª posição, o time carioca não terá Léo Moura, suspenso pelo terceiro amarelo, e Diogo, expulso no fim do primeiro tempo diante do Tricolor Paulista. O treinador diz que a equipe até está criando e se desenvolvendo bem, mas não consegue vencer. E isto é o mais importante agora, ressaltou o treinador.

- A prioridade agora é vencer. O time jogou bem contra o Santos e não ganhou. Agora, mais importante do que jogar bem é ganhar. Precisamos dividir o jogo em partes. Realmente não entramos bem, sofremos o gol no começo, e quando vi que o São Paulo estava pressionado, fiz a mudança, tirando o Correa pelo Vinicius Pacheco, para conseguir a troca rápida do meio para a frente, e começamos a chegar. Mas, a partir da expulsão do Diogo, ficou difícil. No segundo tempo, houve evolução. O time jogou melhor com dez do que com 11, mas não vou tapar o sol com uma peneira e dizer que está bom, está longe do que pretendemos - analisou o treinador.

Silas falou mais sobre a saída de Correa no primeiro tempo e também comentou os gritos de burro que ouviu da torcida na segunda etapa. Os torcedores pediram Petkovic e xingaram o técnico, que fez a alteração pouco depois.

- Quando coloquei o Pet era uma substituição natural, e ele entrou bem. Vai ter o momento que o pedido do torcedor vai coincidir com as minhas mexidas. Outra hora pode não ser assim. Tenho tanto para pensar ali embaixo que não dá para pensar nesse tipo de coisa. Se o jogador está no Flamengo é porque tem condições de entrar. No caso do Correa, a escolha foi por ele porque o Toró era mais rápido e o Willians puxei para trás. Estávamos atrás e não conseguíamos sair dali, por isso fiz a mudança. Quando dá certo o treinador é fenômeno, quando não dá é assim mesmo - justificou o comandante.

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