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Andrade quer um time com mais atenção contra os pequenos

Após lamentar primeiro tempo contra o Macaé, treinador pede concentração aos jogadores contra o Madureira



Andrade mostra preocupação com a tabela embolada do Grupo A e pede cuidado redobrado

A goleada contra o Macaé, no último sábado, não deixou Andrade completamente satisfeito. Além das seguidas falhas do sistema defensivo, o treinador tem se queixado de uma espécie de displicência que o Flamengo tem apresentado em alguns jogos, principalmente contra os times considerados pequenos.

Andrade mencionou essa preocupação durante a entrevista coletiva da última terça-feira quando foi falou sobre o que esperar do duelo com o Madureira, às 21h50m (horário de Brasília), desta quarta-feira, no Maracanã.

- Nossa concentração contra times pequenos tem de melhorar. Os 3 pontos contra eles são tão importantes quanto os dos clássicos. Não sei o que acontece. Se é (falta de) motivação ou foco... Mas não pode perder. Uma derrota contra um time pequeno pode nos tirar da semifinal. O primeiro tempo contra o Macaé não foi o que esperávamos. No segundo, tivemos um bom rendimento e ficamos mais focados no jogo – explicou o treinador.

Um outro alerta foi feito por Andrade com base em análise da primeira rodada da Taça Rio, em que os times do Grupo A foram mais vitoriosos, deixando a tabela muito parecida.

- Quase todos times da nossa chave venceram... Isso é um sinal e um alerta de que não podemos perder pontos – avisou o técnico.

Eduardo Peixoto e Rodrigo Benchimol Rio de Janeiro
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Zico faz aniversário e você ganha o presente

No aniversário de 57 anos do Galinho, site oficial disponibiliza entrevista exclusiva com o eterno camisa 10


Entre amigos, Zico comemora 57 anos de amor ao Fla
Entre amigos, Zico comemora 57 anos de amor ao Fla
O dia é especial para o maior ídolo da história do Clube de Regatas do Flamengo. Zico completa, nesta quarta-feira (03.03), 57 anos. E, quem ganha o presente é você, internauta. Arthur Antunes Coimbra esteve no clube na véspera de seu aniversário e conversou com a equipe do site oficial do Flamengo.

Em bate-papo exclusivo, Zico fala sobre sua família, os momentos inesquecíveis com a camisa rubro-negra, além de elogiar o elenco atual do clube. Segundo ele, a dupla de ataque formada por Adriano e Vagner Love tem tudo para dar certo e o Imperador é um jogador com capacidade para liderar este grupo na busca pelo bicampeonato da Libertadores.

Confira abaixo, na íntegra, a entrevista:

Site Oficial do Flamengo: Você não só jogou, como ganhou a Libertadores e fez dois gols na decisão. O que pode falar desse campeonato?
Zico:
A Libertadores é um campeonato diferente, de muita pegada. Claro que não é como no passado, mas é um torneio complicado. Apesar disso, acho que o time tem qualidade, tem um treinador que entende bem da competição e isso pode ajudar bastante.

Site: Qual é o seu jogo inesquecível na competição?
Zico:
 Lembro de algumas partidas, mas, sem dúvida, aquelas finais foram muito marcantes. Tanto o jogo em Santiago como o de Montevidéu foram grandes jogos. Felizmente, consegui marcar os gols na decisão e ajudar o time a conquistar o título.

Site: E aquela rivalidade entre Flamengo e Atlético Mineiro nos anos 80? Você se lembra daqueles duelos decisivos contra o Galo?
Zico:
A rivalidade com o Atlético também foi marcante. Aquele jogo no Serra Dourada é inesquecível. Muita gente acha que gostamos de ganhar daquela forma, mas não. Queríamos vencer na bola! Nunca tinha visto aquilo no futebol. O Wright chamou a mim e ao capitão do Galo, acho que era o Chicão, no meio do campo e falou para os times pegarem leve. Ele avisou que a próxima entrada dura seria pra expulsão. O Reinaldo acabou me dando um carrinho e foi expulso. Aí começou aquilo tudo.

Site: Fala um pouco pra gente sobre o Claudio Coutinho, que foi o grande comandante daquele time.
Zico:
O Coutinho era um grande treinador. Muita gente diz que aquele time jogava sozinho, mas não é por aí não. Não era só instinto dos jogadores. Tinha muito trabalho também. Uma coisa que ele sempre frisava era o que ele chamava de teia de aranha. O time ficava compacto, deixava o adversário chegar e então apertava na marcação para roubar a bola.

Site: E o Carpeggiani, que jogou com vocês e logo depois se tornou treinador da equipe?
Zico:
O Carpeggiani era um cara que, até pouco tempo, estava do nosso lado jogando. Nós sempre conversamos. Lembro muito de o Junior falando essa seguinte frase: "O cara estava aqui do nosso lado. Agora o momento é de a gente correr um pouco por ele também".

Site: Você vive a expectativa do nascimento de mais um neto. Como está a família para a chegada de mais um herdeiro?
Zico:
A expectativa é ótima e só depende da madame. Mas acho difícil nascer amanhã. Deve ser lá pelo dia 10. Ela já vinha sentindo algumas pontadas, mas talvez tenha que esperar mais um pouco.

Site: Você reencontrou os amigos do time de 1981 na Gávea na véspera do seu aniversário. Como foi esse reencontro?
Zico:
Foi um grande presente encontrá-los. Criamos um laço de amizade grande e é sempre bacana quando todos se reúnem. É sempre ótimo falar de futebol e relembrar nosso tempo. Tenho certeza de que isso vai ficar pra sempre. Esse grupo sempre foi muito unido, dentro e fora de campo. Esses reencontros provam isso.

Site: Quais são os planos para esse aniversário?
Zico:
Vamos fazer só um jantar em família mesmo. Só para não passar em branco. A gente estava na expectativa do nascimento do meu neto e, por isso, não marquei nada. No entanto, agora ficou praticamente decidido para a próxima semana. Aí vamos sair todos juntos só para comemorar. Afinal, há muito tempo não passava um aniversário aqui.
Site: Você se tornou também um símbolo de iniciativas de solidariedade, como o Jogo das Estrelas e a Rede de Escolinhas que inaugurou em Quintino. Qual a avaliação que você faz destes projetos?
Zico:
O Jogo das Estrelas realmente vem sendo um sucesso e gosto muito de estar lá, de jogar com grandes atletas e também de ajudar às pessoas que precisam. O projeto social em Quintino foi uma maneira de retribuir àquela comunidade, onde eu cresci. Estou muito satisfeito também com o resultado. É uma chance de formar não só jogadores, como também cidadãos.

Site: O que você achou da estreia do Fla na Libertadores?
Zico:
Foi uma estreia boa, o Flamengo mostrou sua capacidade em um momento de adversidade ao perder um jogador logo de cara. O time teve tranqüilidade para conseguir a vitória jogando bem. Sempre dá mais tranqüilidade uma estreia com o pé direito.

Site: A camisa 10 do Flamengo ficou marcada na história com você e, agora, pertence ao Adriano. O que você tem a falar sobre o Imperador?
Zico:
Estou muito feliz em ver o Adriano se reencontrar com o futebol, com a torcida do Flamengo e com a Seleção. Fico satisfeito em vê-lo no time do Flamengo. Acredito que o Adriano tem tudo para fazer história aqui e ajudar muito a equipe. É um momento que ele tem que aproveitar. Ele sabe da responsabilidade que tem e sei que pode ajudar muito a conquistar a Libertadores.

Site: E a dupla dele com o Vagner Love, o chamado Império do Amor. Você acha que vai dar certo?
Zico:
São dois grandes jogadores. O Love já trabalhou comigo e é um ótimo profissional. Ele se adaptou bem ao Rio e tenho certeza de que vai dar muitas alegrias à torcida do Flamengo.

Site: Todos eles são muito fãs seus e sempre falam de você como ídolo. Como você vê esse reconhecimento?
Zico:
É ótimo ter esse reconhecimento, sem dúvida. Fico muito feliz com todas as homenagens.

Site: Qual a importância de um time ter identificação com a camisa do Flamengo. Isso é primordial para se dar bem na Libertadores?
Zico:
É muito importante que o time tenha jogadores identificados com o clube. Nosso time era assim e este também é. Acredito que eles têm muito potencial para conquistar a Libertadores, que é o grande objetivo do clube neste ano.

Site: O Andrade é "o cara" para levar o Flamengo a esse título?
Zico:
O Andrade é um grande companheiro, um amigo que fiz dentro e fora de campo. Ele começou sua carreira como treinador justamente no CFZ. Fico muito feliz pelo sucesso dele, acredito nele e torço bastante para que ele consiga este título.

Da equipe do site oficial do Flamengo
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Relembre grandes jogos de Zico no Flamengo

Camisa 10 viveu momentos memoráveis na Gávea. Um deles foi a final da Libertadores de 81


Despedida de Zico - Foto: Enciclopédia Virtual
Despedida de Zico - Foto: Enciclopédia Virtual
Um grande ídolo vive de grandes lembranças. De jogadas geniais, de passes milimétricos, de golaços e, é claro, de títulos. Tudo isso Zico tem de sobra em seu currículo. Por isso, a equipe do site oficial do Flamengo preparou uma lista de partidas inesquecíveis do Galinho vestindo o Manto Sagrado.

Desde o amistoso em que jogou ao lado de Pelé, em 1979, até sua despedida, em 1990, passando por títulos brasileiros, pela Libertadores e o Mundial de 1981, o famoso 6 a 0 sobre o Botafogo e muito mais. Vale a pena relembrar os feitos que consagraram Arthur Antunes Coimbra como o maior jogador da história do Clube de Regatas do Flamengo.

Um encontro para a história
O dia 6 de abril de 1979 segue vivo na memória dos torcedores do Flamengo que puderam prestigiar aquele amistoso entre o Rubro-Negro e o Galo Mineiro, no Maracanã. Foram cerca de 140 mil torcedores presentes ao Maracanã para assistir ao consagrado Rei do Futebol, Pelé, jogar ao lado do Rei da Gávea, Zico. Uma noite histórica, em que o grande nome foi o atacante Júlio César, que havia dividido quarto com Pelé na noite anterior.

Já com 39 anos, Pelé teve uma boa atuação, apesar de não ter marcado nenhum gol. Tabelou com Zico, fazendo lembrar sua grande dupla com Coutinho, no Santos. A renda da partida, que chegou a CR$ 8.781.290,00, foi revertida para vítimas de enchentes em Minas Gerais.

O Brasil é vermelho e preto
Faltava ao Flamengo o título de Campeão Brasileiro. Em nove anos de campeonato nacional, o Flamengo sempre fizera campanhas fracas. O que fazia com que o time fosse conhecido, principalmente em São Paulo, como "um time do Maracanã". Apesar disso, nenhum outro clube brasileiro jogara tanto pelo país quanto o Flamengo, que venceu até o mais poderoso de todos: o Santos de Pelé. Com a chegada de Nunes para a vaga ocupada por Cláudio Adão, o time foi passando por cima dos seus adversários até chegar à final, em ida e volta, contra o Atlético Mineiro de Reinaldo, Toninho Cerezo e Éder. E o Mengão levou a melhor, com show de Zico, naquele Brasileiro de 1980.

Botafogo, nós gostamos de vo-6
A vingança da goleada de 6x0 imposta pelo Botafogo, em 1972, sobre o Flamengo viria nove anos depois. Com uma ironia a mais: do lado de lá, estava Jairzinho, um dos responsáveis pela humilhação de 1972, no dia do aniversário do Flamengo. Nem bem o Flamengo fez 1x0, logo aos 6 minutos, e os rubro-negros explodiram em coro: "Queremos seis, queremos seis, queremos seis". E, com dois de Zico, o time de ouro da Gávea conseguiu vingar aquela goleada de 1972.

A vitória do futebol-arte
A primeira grande conquista internacional do futebol rubro-negro se deu em 23 de novembro de 1981. Era a Taça Libertadores da América indo para a Gávea. Após passar invicto pela primeira fase e pelas fases de quartas e semi-finais, o Flamengo, campeão brasileiro de 1980, chegava à decisão da Libertadores de 1981, diante dos chilenos do Cobreloa.

Na primeira partida, realizada no Maracanã, o time da casa fez valer seu mando de campo e venceu por 2x1, com dois gols do Galinho Zico. No entanto, no jogo de volta, Zico e cia foram caçados em campo e perderam por 1 a 0. Foi marcado então um terceiro confronto, que decidiria o campeão da competição. Foi em 23 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai.

Comandado, mais uma vez, por Zico, artilheiro da competição com 11 gols, o Flamengo impôs seu ritmo de jogo e provou ser muito mais time ao bater o adversário por um placar indiscutivel de 2x0, com dois gols do Galinho.

O mundo se rende ao Galinho
A maior partida da história do Flamengo. O jogo da vida de todos os rubro-negros. Este foi o Flamengo x Liverpool, de 13 de dezembro de 1981. Campeão da Taça Libertadores da América, batendo o Cobreloa na final, a equipe brasileira entrava em campo para eliminar o estigma de que não era apenas "time de Maracanã", visto que seus principais títulos até aquela época foram conquistados no "Maior do Mundo".

Os 62.000 torcedores que compareceram ao Estádio Nacional de Tóquio, dentre eles, muitos rubro-negros, viram um show do Flamengoo, que trajava sua camisa branca na decisão. Viram um show de Zico, inspiradíssimo. Viram um show do futebol brasileiro. Um show que garantiu o título para o Fla ainda no primeiro tempo, com um indiscutível 3x0 para acabar com as dúvidas de quem era o melhor. Não apenas naquela partida, mas o melhor do mundo. E era o Flamengo.

Vidente e craque
No ano seguinte após ter conquistado as Américas e o Mundo, o Flamengo entrou como grande favorito na disputa do Campeonato Brasileiro. E não poderia diferente. Com craques como Zico, Andrade, Adílio, Leandro e outros, o Rubro-Negro era a grande equipe do momento, e provou isto dentro de campo ao fazer uma belíssima campanha na primeira fase do Brasileirão. Foram apenas 2 derrotas em 23 partidas, fazendo com que o time terminasse o turno em primeiro lugar.

25 de abril de 1982 foi a data escolhida para a finalíssima. O palco seria novamente o estádio Olimpico, em Porto Alegre. Foram mais de 60 mil presentes. E a grande maioria deles saiu decepcionada. Como havia previsto um dia antes, em uma entrevista, o Galinho Zico deu belo passe para o centroavante Nunes, e o artilheiro das decisões fez o único e decisivo gol da partida. Era o segundo título brasileiro conquistado pela Geração de Ouro do Fla. E ainda viriam mais dois.

Despedida com goleada
Uma era de glórias chegava ao fim no Flamengo. Em dezembro de 1989, o maior jogador de futebol da história do clube, Zico, se aposentava. Após muitas lesões e contusões musculares, o Galinho penduraria as chuteiras. Mas, sua despedida teria que ser em grande estilo.

Ele marcou, de falta, o primeiro dos cinco gols rubro-negros em clássico diante do arqui-rival Fluminense, em partida realizada na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. O eterno camisa 10 da Gávea fez uma partida inesquecível em seu último jogo oficial vestindo o Manto Sagrado. Renato Gaúcho, Luiz Carlos, Uidemar e Bujica completaram a festa, marcando os outros quatro gols da histórica goleada diante do Flu.

O adeus de um eterno ídolo
Zico subiu as escadas que dão acesso ao gramado do Templo do Futebol às 21h25 do dia 6 de dezembro de 1990. Surpreendendo a todos, partiu do vestiário destinado aos árbitros, no lado oposto ao dos times. Todos os atletas estavam perfilados. O estádio ficou à meia luz e um show de raio laser cruzou o campo projetando desenhos na arquibancada, de onde a torcida acenava com 40 mil lenços brancos.

Era a sua última vez no Maraca como jogador do Flamengo. Um dia especial para os torcedores, para o próprio Galinho e para todos os amantes do futebol, mesmo os não-flamenguistas. Em um amistoso entre o time da Gávea e grandes estrelas internacionais, o Camisa 10 realizou sua despedida do futebol brasileiro, diante do Maior do Mundo lotado. O resultado de 2x2 foi o que menos importou. Valeu a festa do Galinho.

Todos os jogos do Flamengo
Zico Foi eleito como o terceiro maior jogador brasileiro do século XX, o sétimo maior da América do Sul e o décimo quarto entre todos do Mundo, segundo a FIFA. É um dos quatro brasileiros a figurar no Hall da fama da FIFA (os outros são Pelé, Garrincha e Didi). Foi eleito o nono maior jogador do século XX pela revista France Football, e o nono Brasileiro do Século no esporte, segundo pesquisa realizada pela revista Isto É.

Isso tudo só aconteceu graças ao seu sucesso no Flamengo. Ele é o maior ídolo, maior artilheiro e um dos jogadores que mais vestiu a camisa do clube. Foram 732 partidas, com 509 gols marcados. Confira um pouco mais da carreira do Galinho na Flapédia. 
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Craques reverenciam o eterno Camisa 10 da Gávea

Ídolos do presente, do passado e de diversas modalidades dão seus parabéns a Zico


Torcida sempre reverencia o craque
Torcida sempre reverencia o craque
Zico é uma daquelas pessoas que consegue, sim, agradar a gregos e troianos. Consegue ser ídolo não só dos rubro-negros, como também de vascaínos, tricolores, botafoguenses... E, por essas e outras, só recebe os votos de muita felicidade no dia de seu aniversário. Neste dia tão especial, o Galinho receberá muitas homenagens, e uma delas foi feita pela equipe do site oficial do Flamengo.

Ídolos, atuais e de outras gerações do Flamengo, rasgam elogios ao craque e desejam tudo de melhor para o eterno camisa 10 da Gávea. A presidente Patricia Amorim, o centroavante Vagner Love, o técnico Andrade, e o ex-jogador Junior, além do craque Duda, do basquete, parabenizaram Zico pelo aniversário. Até o site da FIFA reverenciou o "Rei do Mengão" (em inglês). Confira as mensagens abaixo:

Patricia Amorim, presidente do Flamengo - O Zico é nosso ídolo maior e temos que dar parabéns para ele todos os dias do ano por ele existir e ser rubro-negro. Afinal ele nos deu tantas alegrias e ajudou a construir a nossa história, repleta de títulos e conquistas. Parabéns ao nosso Galinho que hoje completa 57 anos. Que ele continue sempre ao nosso lado porque o Zico representa fielmente a grandeza do Flamengo. Feliz Aniversário!

Vagner Love, atacante do Flamengo - Sou fã dele desde pequeno, é um cara que fez muito pelo Flamengo e não posso desejar outra coisa senão muito sucesso a ele. Trabalhei com ele no CSKA, sempre foi um grande profissional e desejo tudo bom para ele. Muita saúde, muita paz, e que ele conquiste ainda mais coisas na vida dele porque ele merece.

Andrade, técnico e ex-jogador do Flamengo - O Zico é um grande amigo, um grande parceiro, e não só dentro de campo. Fora dele, sempre me ajudou bastante, sempre conversou muito com o grupo na época de jogadores... Ele é uma pessoa muito especial e merece tudo de bom, de coração, e acho que uma vitória amanhã será uma vitória muito importante.

Junior, ex-jogador do Flamengo e comentarista da Rede Globo - O Galo sempre merece tudo de bom. Foi um grande jogador, um grande exemplo, e também é um cara sensacional fora de campo. Foi um grande prazer jogar ao lado dele e também tê-lo como amigo até hoje. Desejo meus parabéns e toda a felicidade do mundo a ele.

Duda, jogador de basquete – Desejo a ele toda felicidade do mundo, espero que um dia ele possa aparecer lá no basquete também. Sabemos a importância dele no clube, ele foi o jogador com a maior história do clube, o maior ídolo da torcida do Flamengo e por isso merece tudo de bom.
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É Natal, Zico comemora seu 57º aniversário

O Homem
Arthur Antunes Coimbra nasceu às 7h do dia 3 de março de 1953, de parto natural, na casa 7 da rua Lucinda Barbosa, no subúrbio de Quintino Bocaiúva, zona norte do Rio de Janeiro. O caçula dos seis filhos do imigrante português de Tondela, José Antunes Coimbra, com a carioca da gema, Matilde da Silva Coimbra. Seu Antunes, fervoroso torcedor do Flamengo, foi goleiro amador na juventude e por pouco não se profissionalizou por seu clube de coração. Trabalhou em padaria, mas já estava dedicado ao ofício de alfaiate no terceiro ano da década de 50. Já dona Matilde, a Tidinha, era a responsável por organizar o time da casa, que acabava de ganhar um reforço. Pela ordem, a família Coimbra já contava com Maria José (Zezé), José Antunes (Zeca), Fernando (Nando), Eduardo (Edu) e Antônio (Tunico).

As quatro letras que marcaram o futebol mundial, Z-I-C-O, entraram na vida de Arthur ainda na infância. Pequeno e franzino, não foi difícil Arthur virar Arthurzinho e depois Arthurzico. Até que uma prima, Ermelinda, reduziu carinhosamente para Zico. O outro apelido, o de Galinho de Quintino, foi dado anos depois pelo radialista Waldyr Amaral, que se inspirou no jeito de andar do craque.

Zico brincava na rua e fazia pequenos bicos na feira para poder comprar figurinhas e pão de mel, seu doce preferido. Uma liberdade vigiada pelos olhares rigorosos e atentos dos pais, além da orientação dos irmãos. Mamou no peito de Dona Matilde até os seis anos e cresceu como uma criança normal do subúrbio carioca. Mas, características como criatividade e organização. já se destacavam no comportamento dele. O melhor exemplo disso é o fato de Zico ter anotado todos os gols de sua carreira num caderninho.

Por insistência da mãe, chegou a estudar piano e até participou de teatrinhos amadores no colégio. Mas o palco que o esperava era outro. A aptidão artística já se manifestava quando a bola estava em seus pés.


Quem acompanhou de perto o crescimento de Zico foi a irmã Zezé, que fala da infância do caçulinha da família:



Zico foi um menino que acompanhou muito os irmãos e todos jogavam bola, inicialmente Zeca e Nando no clubinho da rua, o Lucinda. Edu era o mascote e eu a madrinha. Meus primos também jogavam e Zico, ainda bem pequeno, via tudo isso. Pela diferença de idade, era o mais exigido e também muito rigoroso no que fazia. Brincava sozinho e gostava de tudo que envolvesse futebol: botão e totó eram os brinquedos preferidos, além da bola. Curioso é que jogava ele contra ele mesmo e quase Flamengo contra Flamengo, para nunca perder. Zico era uma criança saudável que vivia com liberdade na nossa rua. Lembro-me que quando ele tinha uns 10 anos mais ou menos, o Juventude foi criado. Um time de futebol e bloco de carnaval que se instalou no quintal lá de casa. Depois que o campinho onde eles jogavam foi destruído, nossos pais usaram o terreno dos fundos da casa para fazer uma quadra de futebol de salão. Todos os irmãos eram do time. E já se fazia notar o grande traço da personalidade de Zico que é a necessidade de auto-superação. Uma vontade de melhorar sempre suas marcas e ultrapassar fronteiras: uma certa aura de imortalidade. Só os gênios têm essa característica de não se contentar com conquistas e buscar sempre superar limites"

A união dos Coimbra, temperada com boas doses de disciplina, ajudou a formar um time de profissionais em diversas áreas. Antunes em Administração de Empresas e Economia, Nando em jornalismo, Tunico em Direito, Edu em Educação Física e Zezé em psicologia. O próprio Zico só pôde seguir no futebol com a promessa de continuar estudando. Para que isso fosse possível, encarava uma maratona diária da zona norte (Quintino) à zona sul (Gávea) passando pelo Centro, onde ficava seu colégio. Fez admissão na Escola Haiti; o ginásio, no Rivadávia Correia, e formou-se em contabilidade na Escola Santos Dumont. Chegou a cursar quatro períodos de educação física na Universidade Castelo Branco, mas teve de abandonar em 1983, quando se transferiu para o futebol italiano. A interrupção decepcionou um pouco Zico, que carregava consigo a vontade de conhecer mais a fundo outros esportes, principalmente o atletismo.
O Ídolo

Zico é o maior artilheiro da história do Flamengo com 508 gols em 731 jogos, e ídolo de uma nação com mais de 35 milhões de torcedores espalhados pelo país. Deixou sua marca 333 vezes no Maracanã, um recorde que ainda não foi quebrado por nenhum outro jogador. Conquistou a Itália nas duas temporadas em que jogou pela Udinese, deixando um tempero de feijoada na tradicional ‘macarronada’. No Japão, tem a admiração de um povo que não se cansa de homenageá-lo pelo que ele fez no futebol da Terra do Sol Nascente. Os japoneses transformaram sua despedida definitiva dos gramados em um carnaval (1994), construíram duas estátuas, e o imperador entregou a ele uma comenda pelos serviços prestados ao país. A prova maior de confiança, no entanto, aconteceu no ano passado, quando lhe deram a árdua missão de assumir o comando da seleção nacional que busca a vaga na Copa de 2006. Dos tempos de jogador, vale ainda destacar a reverência dos países por onde Zico apenas passou, como a França e a Espanha.
Não é possível precisar o momento em que o homem vira ídolo quando isso ocorre naturalmente, sem a influência de recursos para a construção de uma imagem. Zico é mesmo um exemplo à moda antiga. E tudo partiu do aconchegante Bairro de Quintino, por uma conseqüência de dom, amor ao futebol, respeito, disciplina e muita determinação. Isso para citar alguns dos ingredientes principais da mistura. Nada artificial ou construído.
A relação com a bola nos tempos de menino, por exemplo, já era afetiva. Zico dormia com ela ao lado do travesseiro, tratava com muito carinho. Podia ser de meia, no jogo de botão, ou no totó, o importante era que as atenções estivessem concentradas nela: a bola. E ela nunca o deixaria em situação difícil. Aprendeu a ficar sempre perto dos seus pés, a obedecê-lo para encontrar o caminho do gol.
As primeiras lembranças de Zico no Maracanã são do dia 23 de abril de 1961, quando ele tinha apenas 8 anos. Talvez nesse dia tenha começado fisicamente o caso de amor do futuro craque com o Templo do Futebol. Levado pelo pai a um jogo em que o Flamengo acabou conquistando o Torneio Rio-São Paulo, o pequeno Arthur pôde acompanhar o talento de um alagoano chamado Edvaldo Alves de Santa Rosa, o Dida. O camisa 10 do Flamengo marcou os dois gols da vitória e consolidou-se como ídolo no coração e na memória do Galinho. Encantou o menino. Mas há quem jure de pés juntos que essa história começou bem antes. ‘Di-Da’ teria sido uma das primeiras palavras que Zico pronunciou, aos dois anos de idade.
Quatro anos mais tarde, Zico pisaria pela primeira vez no gramado do estádio que o consagrou, levado pelo vizinho Ivo, que trabalhava na administração do estádio. Nessa época o Galinho já entortava zagueiros e distribuía passes precisos no time de novos do Juventude, nos campos de soçaite, nas quadras de futsal ou mesmo nas peladas jogadas na rua. Mas, nos sonhos, o Templo do Futebol aparecia como o quintal de sua casa. Premonição.
Essa é a homenagem do URUBUTR ao maior ídolo de todos os tempos do Flamengo.
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Fifa chama Zico de 'gênio da seleção'

Galinho é destaque no site da entidade, que também enumera façanhas rubro-negras do 'rei do Mengão'
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Reprodução/Fifa.com

Desempregado desde que foi demitido do Olympiacos, em janeiro, e sem perspectiva de ir à África do Sul disputar o seu sexto Mundial (esteve em 1978, 82 e 86 como jogador, em 1998 como coordenador, e em 2006 como treinador do Japão), Zico passa longe de ser um personagem ignorado quando o assunto é Copa do Mundo. Mesmo sem ter sido campeão mundial com a camisa do Brasil, o Galinho foi chamado de “gênio da seleção e rei do Mengão” em entrevista publicada no site da Fifa.

A reportagem cita o pênalti perdido contra a França nas quartas de final de 86, mas ressalta que o camisa 10, fora de forma pela grave lesão no joelho direito, 'conseguiu controlar os nervos' na disputa por pênaltis na mesma partida. O site lembra que a melhor colocação de Zico como jogador em uma Copa foi o terceiro lugar em 1978, mas frisa que nada supera seu desempenho em 1982, quando foi o principal nome de uma geração que encantou o mundo. Naquela edição, Zico fez quatro gols. A derrota por 3 a 2 para a Itália acabou com o sonho do Brasil, que ainda tinha Júnior, Leandro, Falcão e Sócrates.

- É sempre importante deixar um legado. Mas o que importa para um profissional é o título. Fico feliz por ter feito parte de um time como aquele, pessoas em todos os lugares se lembram de nós. Mas ficaria mais feliz se tivéssemos vencido – lamenta o eterno ídolo rubro-negro.




Reprodução da reportagem publicada na sessão dedicada aos grandes ídolos do passado

As conquistas de Zico pelo Flamengo tiveram destaque na reportagem da Fifa, principalmente os do fim dos anos 70 e início dos 80, como a Libertadores e o Mundial de 81.

- O bom foi que conseguimos montar um ótimo time, com vários jogadores talentosos, uma mistura de duas ou três gerações. Todo mundo se conhecia e sabia dos objetivos do clube. A maioria torcia para o Flamengo, o que significa muito, e todos tinham muito potencial. Tivemos a honra de conquistar, em um curto espaço de tempo, títulos que o Flamengo jamais havia conquistado. Para ser sincero, adoraria ver aquele time da arquibancada – brincou o ex-jogador.

Zico comenta na matéria o trabalho de reforço muscular que teve de fazer em seus primeiros passos na Gávea, relembra o apoio de seus irmãos Edu e Antunes, ambos também ex-jogadores, e fala com orgulho do fim de sua carreira no Japão.

- Gostaria de ser lembrado como alguém que ama o que fez. Alguém que foi muito profissional e sempre preocupado em melhorar, alguém que jogou limpo e se dedicou de corpo e alma ao futebol.
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CURTINHAS: Flamengo empresta quatro juniores ao CFZ e dá início à parceria

Andrade leva Ronaldo Angelim para o banco e David não é relacionado. Vinícius Pacheco, Toró e Fernando ganham chuteira igual à de Kaká
Eduardo Peixoto e Rodrigo Benchimol Rio de Janeiro

Zico, Flamengo e CFZ: primeiros passos

A parceria entre o Flamengo e o CFZ ainda não foi oficializada e anunciada, mas as primeiras medidas já foram tomadas. Quatro jogadores que estão no último ano de juniores foram emprestados esta semana ao clube de Zico: o goleiro Marcelo Valverde, o volante Tales e os apoiadores Welinton Peca e Jomar.

O CFZ, por sua vez, cedeu, na última segunda-feira, o meia-esquerda Carlyle ao Flamengo por quatro anos. Trata-se do jogador do CFZ de Brasília que marcou dois gols e ajudou a eliminar o time rubro-negro da Copa São Paulo de Futebol Júnior, este ano.

- Esses são os primeiros passos da parceria. A ideia é dar mais uma chance a esse jogadores que estão no último ano de juniores do Flamengo. Vamos fazer relatórios semanais e eles poderão amadurecer. Esse é o conceito do time B. Mais para a frente teremos outras novidades. Esse ainda é o começo – explicou Bruno Coimbra, presidente do CFZ e filho de Zico.

Angelim ficará no banco

Com o retorno de Álvaro ao time, Andrade optou por manter Ronaldo Angelim no banco de reservas contra o Madureira, nesta quarta-feira, no Maracanã. David, que havia formado a dupla titular com o Fabrício contra o Macaé, no último sábado, não foi relacionado para o jogo.

- Tenho um grande respeito pelo Angelim, que é um exemplo de jogador e de homem. Em quatro anos de Flamengo jamais teve um ato de indisciplina. Mas futebol é momento, e o Fabrício entrou e foi bem. O Angelim não deveria nem ter dado aquela entrevista após o jogo porque acabou depondo contra ele. Mas tenho plena confiança nele e não tenho nem como não levá-lo para o banco – disse Andrade.

Kaká inspirador

Três titulares do Flamengo ganharam, nesta terça-feira, novas chuteiras. Vinícius Pacheco, Toró e Fernando devem passar a jogar com o mesmo modelo utilizado por Kaká.
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Terremoto abala estrutura de estádio, e jogo do Fla pode mudar de local no Chile

Partida contra o Universidad de Chile está marcada para Viña Del Mar, dia 17 , mas pode ser transferida para o norte do país
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

O Flamengo observa e aguarda o posicionamento da Conmebol sobre a partida contra o Universidad de Chile, dia 17 de março, marcado para o estádio Sausalito, em Viña Del Mar. De acordo com o jornal chileno “La Tercera”, o local sofreu sérios abalos por causa do terremoto na madrugada de sábado.

- Por sorte o campeonato nacional está suspenso. Pelos danos que (o estádio) tem não podemos liberá-lo para o público – disse o secretário de esportes de Vinã Del Mar, Jaime Varas.

A revisão do estádio, que pertence ao Everton e tem capacidade para 18 mil pessoas, apontou vigas “bastante torcidas”, falha na estrutura das áreas externas e nos pilares que sustentam um dos setores. O secretário descartou uma reforma imediata no local:

- Para reparar todos os danos teríamos que gastar milhões. Mas como este estádio será remodelado completamente, seria desperdício investir este dinheiro agora.

O Universidad de Chile, normalmente, manda as partidas no estádio Nacional, mas o local está fechado para obras desde agosto de 2009 e deve reabrir em abril. A principal opção seria transferir o jogo para o norte do país, que não foi tão afetado pelo terremoto. No Campeonato Nacional, a La U tem mandado os jogos no estádio Bicentenário Francisco Sánchez, em Coquimbo, a 500km de Santiago. O local tem capacidade para 20 mil pessoas.

No Rio de Janeiro, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, acredita que a partida será transferida.

- Mas prefiro esperar mais um pouco para me posicionar em respeito aos chilenos. O Flamengo aceita jogar em outro lugar desde que a logística de viagem seja tranquila. Não vamos tirar proveito desta situação.

O Rubro-Negro venceu o Universidad Católica na estreia da Taça Libertadores e na próxima rodada enfrenta o Caracas. A delegação embarca para a Venezuela em voo fretado na manhã de segunda-feira, dia 8. A partida acontece na noite do dia 10.
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Marcos Braz: ‘Se me derem o telefone do Deco eu ligo para ele’


Vice de futebol diz que jamais procurou o apoiador português do Chelsea e brinca sobre o suposto interesse do Flamengo


O suposto interesse rubro-negro em Deco, do Chelsea, foi motivo de brincadeiras do vice de futebol, Marcos Braz. Segundo o jornal inglês “The Sun”, o apoiador português quer voltar ao futebol brasileiro e poderia jogar pelo Flamengo. Com bom humor, o dirigente negou.


Braz disse que jamais conversou ou negociou com alguém sobre a possibilidade de contratar Deco. Mas deixou aberta a porta da Gávea para o apoiador da seleção de Portugal, que está com 32 anos.


- Essa foi uma notícia sem pé nem cabeça. Eu soube através dos jornais e não procede. Mas se me derem o telefone do Deco eu ligo para ele. Deco, cujo contrato com o Chelsea vai até o fim da próxima temporada, disse ao jornal inglês que deseja voltar ao Brasil para encerrar a carreira. - Quero voltar ao Brasil. Posso jogar futebol em alto nível por mais dois anos ainda, mas quero estar perto dos meus filhos. O ideal seria partir após a Copa. Estou conversando com o Chelsea sobre isso.


Fonte: Globoesporte.com
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FOTOS: rivalidade entre Vasco e Flamengo fica de lado antes de amistoso


Brasil encara a Irlanda nesta terça-feira no Emirates Stadium



Os torcedores brasileiros chegam em bom número ao Emirates Stadium, nesta terça-feira, para o amistoso entre Brasil e Irlanda, em Londres. A expectativa de público é de cerca de 40 mil pessoas. Ainda há ingressos à venda. O amistoso, o último antes da convocação final para a Copa do Mundo, acontece às 17h05m (de Brasília) e vai ser transmitida ao vivo pela TV Globo e pelo GLOBOESPORTE.COM.


A partida da seleção brasileira até uniu dois históricos rivais cariocas em Londres. O vascaíno Lucas Vescovi, de 21 anos, e o rubro-negro Frederico Batista, de 20 anos, foram juntos ao estádio acompanhar a partida. Os dois estão na Inglaterra estudando inglês e se conheceram no intercâmbio. Junto com eles vieram milhares de outros brasileiros. Carolina Arruda é artista plástica e mora em Londres há quatro anos. Foi a três dos cinco jogos da seleção no Emirates Stadium.
Brasil e Irlanda se enfrentam às 17h05 (de Brasília). A TV Globo e o GLOBOESPORTE.COM transmitem o amistoso ao vivo.

- Apesar do frio aqui, eu sou pé quente (risos). Vim nas vitórias contra a Argentina e contra a Itália. Quando o Brasil perdeu para Portugal eu estava viajando - disse a brasileira que pagou 37 libras (cerca de R$ 100) pelo ingresso para a partida contra a Irlanda.
Mas não eram apenas brasileiros que apareciam para apoiar a seleção. Ingleses também vestiam a camisa da seleção. Um trio de adolescentes já, até, usavam a nova camisa azul do Brasil, lançada há menos de duas semanas e que estava sendo vendida na loja do Arsenal por 50 libras (cerca de R$ 140).
- Você já viu as garotas brasileiras? - brincou Brian ao ser questionado porque estava indo torcer pela seleção brasileira.
- Eu gosto de ver o futebol brasileiro. São sempre grandes jogos, com muito "samba" - completou.
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Flamengo e Corinthians sonham com Deco

Imprensa inglesa revela interesse da equipe carioca, mas o desejo do jogador é retornar ao clube que o revelou
Flamengo e Corinthians sonham em repatrir craque luso-brasileiro (Foto: Montagem)
Flamengo e Corinthians sonham em repatrir craque luso-brasileiro

Insatisfeito com a reserva no Chelsea (ING), o meia Deco deseja retornar ao Brasil após a Copa do Mundo da África . Titular absoluto na Seleção Portuguesa, o craque se reuniu recentemente com o técnico Carlo Ancelotti e pediu sua liberação.
- Quero voltar para o Brasil. Ainda posso jogar alguns anos em alto nível, mas quero estar perto de minhas crianças. Tudo vai depender do Chelsea, se o clube vai me liberar definitivamente ou por empréstimo. Não vou apressar a escolha de um novo clube, mas é hora de voltar - afirmou Deco, que ainda tem contrato com a equipe inglesa por mais uma temporada.
De acordo com o tablóide inglês The Sun, o Flamengo tem interesse em repatriar o jogador. Mas a equipe carioca esbarra em duas questões: o alto salário do atleta e, principalmente, a vontade de Deco em voltar a defender o Corinthians, clube que o revelou, em 1996.
Em julho de 2009, em evento realizado pela loja Roxos e Doentes, em São Paulo, o meia de 32 anos revelou que voltar ao Corinthians é um projeto pessoal:
- Só o Corinthians (pensamento). Esse é o meu projeto de vida, e se tudo correr bem, ao final do meu contrato com o Chelsea eu volto para o clube que me revelou. Voltar ao Corinthians é um projeto pessoal.
Apesar da dificuldade financeira, Flamengo e Corinthians têm motivos de sobra para sonharem com Deco. As equipes são as detentoras dos maiores valores de patrocínios do país, R$ 30,5 milhões e R$ 45 milhões, respectivamente.
Acostumados a repatrir grandes jogadores, os dois clubes prometem uma disputa acirrada na tentativa de reforçar o elenco com mais um nome de peso.
O Flamengo, em 1995, ano do seu centenário, repatriou ninguém menos do que Romário, na época ídolo do Barcelona (ESP). Em grande fase, o atacante havia conquistado a Copa do Mundo e, consequentemente, o título de melhor jogador do mundo pela Fifa.
No fim de 2008, foi a vez do torcedor corintiano receber um grato presente de Natal. De forma surpreendente, o clube anunciou a contratação de Ronaldo. No ano seguinte, o Flamengo novamente se reforçou com um grande nome do futebol. Desta vez, o escolhido foi o atacante Adriano.
Assim como fez Flamengo em 1995, o Corinthians, no ano em que completa 100 anos, repatriou outro craque de nível internacional. Aos 37 anos, Roberto Carlos deixou o Fenerbahçe (TUR) e voltou ao futebol brasileiro.
Flamengo ou Corinthians? Enquanto Deco aguarda a definição do Chelsea (ING) quanto ao seu futuro, dois dos maiores clubes do Brasil sonham com mais um astro...
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Conversa para suprir a falta de experiência

Fabrício diz que Andrade, Angelim e Álvaro dão dicas
Fabrício sempre foi considerado um grande zagueiro nas categorias de base
Fabrício sempre foi considerado um grande zagueiro nas categorias de base

Jogador com grande experiência nas Seleções Brasileiras de base, o destino de Fabrício seria mesmo a titularidade, quase todos sabiam no clube. Elogiado pela boa qualidade técnica, falta apenas experiência profissional ao jovem zagueiro, atesta o técnico Andrade.
Para correr contra o tempo e dar ao jogador a maturidade ideal para disputar competições tão acirradas como a Libertadores, por exemplo, a opção foi a velha e boa conversa ao pé de ouvido, durante os treinamentos.
– O Andrade, o Angelim e o Álvaro são grandes amigos e sempre buscam me orientar durante os treinos e jogos. Além disso, costumam dar força e dicas – contou Fabrício.
O zagueiro sabe que a cobrança da torcida é grande e que o excessivo número de gols sofridos neste início de temporada preocupa. Entretanto, garante que isso é fruto do começo do trabalho e que tudo tende a melhorar com o passar do tempo.
Confira um bate-bola com Fabrício:

1 - Como fica a cabeça de um jogador tão jovem ao assumir a vaga em um setor tão criticado?
Realmente não é uma coisa normal o número de gols que temos sofridos até aqui. Sabemos que precisamos melhorar. Sofremos um gol bobo no sábado e isso não pode se repetir.

2 - Você assumiu a vaga do Ronaldo Angelim e tem a confiança do Andrade. Essa vaga já é sua, definitivamente?
Sempre esperei por essa oportunidade. Batalhei muito por ela e não quero desperdiçá-la. Espero continuar. Mas sei que tudo depende do Andrade e jamais vou ficar contrariado com uma decisão dele.

3 - Você tem muita experiência em seleções de base e até já atuou no futebol europeu. Isso lhe faz pronto para ser titular do time do Flamengo?
O Andrade, o Angelim e o Álvaro conversam muito comigo. Eles sempre buscam mostrar qual o melhor posicionamento. São meus amigos. Eles me dão muita força e sempre tem uma dica para dar durante os treinos.
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Fabrício e David, os antídotos para a zaga?

Jovens zagueiros podem virar solução para a defesa do Fla
Fabrício e David vem agradando no Flamengo
Fabrício e David vem agradando no Flamengo
A estreia na Libertadores foi a sonhada por Andrade. E o começo na Taça Rio também. Mas a goleada sobre o Macaé evidenciou um velho problema, que tem roubado o sono do treinador rubro-negro: a zaga.
Se no início do torneio sul-americano ela conseguiu ficar pela primeira vez sem sofrer gol em 2010, na primeira partida do segundo turno do Carioca tornou a falhar nas jogadas aéreas, o que Andrade considerou inadmissível, segundo ele, por conta da boa estatura dos zagueiros.
Nesta segunda-feira, no último coletivo antes da partida contra o Madureira, Andrade manteve Fabrício e David entre os titulares. O primeiro tomou mesmo a vaga de Ronaldo Angelim. Já o segundo foi escalado no time principal porque Álvaro ainda sente dores na coxa direita.
A preocupação de Andrade faz todo sentido. No Brasileiro do ano passado, o Flamengo, hexacampeão, teve a segunda zaga menos vazada da competição, com 44 gols, média de 1,1 por partida. Este ano, quando enfrentou adversários bem mais fracos, o Rubro-Negro já levou 16, em dez jogos, média de 1,6.
Podendo ser confirmado na equipe titular, na vaga de Álvaro, David entende que as críticas ao sistema defensivo são normais. Segundo ele, o Flamengo tem feito bons jogos e perdeu uma única partida, que foi para o Botafogo. O zagueiro destacou também que os gols sofridos têm sido por mérito dos adversários.
– Sabemos que levamos gols que não estávamos acostumados a levar no ano passado e também da necessidade de procurar acertar o setor sempre. Trabalhamos para corrigi-los. No ano passado, estávamos mal e evoluímos no decorrer do Brasileiro – defendeu-se David.
Para boa parte dos torcedores, o ciclo de Ronaldo Angelim e Álvaro chegou ao fim e o clube precisa de uma dupla de zagueiros mais jovem. Embora não admita, Andrade também cogita essa possibilidade.
– Tudo vai depender de nossas atuações e rendimento nos treinos. Andrade nos passa confiança e conversa muito conosco, desde que Angelim foi substituído – esclareceu Fabrício.
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Livre do Flamengo, Bruno Paulo diz que está entre Vasco e Corinthians

Atleta demonstra alívio após quase sete meses afastado no Rubro-Negro. ‘Que seja feliz’, diz o vice de futebol do Rubro-Negro, Marcos Braz


  Eduardo Peixoto/GLOBOESPORTE.COM

Bruno Paulo em foto tirada no período em que ele estava afastado no Flamengo

Foram quase sete meses afastado até dar o grito de liberdade. Quando acordou na segunda-feira, Bruno Paulo não tinha mais vínculo com o Flamengo, clube que o acolheu por dez anos.
O adeus foi despercebido. O atacante dominou o noticiário em agosto, quando iniciaram-se os problemas para a renovação contratual. Após participar bem de quatro partidas do Campeonato Brasileiro, o jogador, segundo a diretoria rubro-negra, fez uma proposta “estratosférica” para continuar. O empresário do atleta, Pedro Pereira, entrou em rota de colisão com Marcos Braz. O vice de futebol manteve a posição de não dobrar-se à oferta.

O título brasileiro ofuscou o menino, que completou 20 anos no dia 14 do último mês. Entre Adriano e Vagner Love poucos lembraram-se da saída da jovem promessa.

- Que ele seja feliz – limitou-se a dizer Braz, ao comentar o fim da novela.

Bruno Paulo atendeu ao telefone rapidamente na tarde de segunda-feira. Estava apressado para ir ao escritório do empresário. Queria saber seu novo clube. Corinthians, com quem assinara um pré-contrato, e Vasco estão na disputa. Duas equipes sob forte influência do agente Carlos Leite. O empresário é sócio de Pedro Pereira.

- Estou aliviado porque foi um período muito difícil. O contrato terminou ontem (domingo) e vou ouvir do meu empresário o meu clube. Ainda não sei qual é. O Palmeiras estava na disputa, mas vai ser entre Vasco e Corinthians – disse o jogador, que não atendeu mais às ligações até o fim da noite.
Eduardo Peixoto e Rodrigo Benchimol Rio de Janeiro


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Deco no Flamengo?

Segundo o jornal inglês The Sun Deco estaria negociando com o Flamengo . Confira o texto do The sun traduzido .

DECO disse Carlo Ancelotti que quer sair do  Chelsea.
É um outro problema para os blues  após derrotas para  Inter e Manchester mais os escandalos sexuais de John Terry e de Ashley Cole.
Deco disse: “Eu quero voltar ao Brasil. Eu tenho ainda tenho alguns anos para jogar futebol em alto nivel,   mas eu quero estar perto de meus filhos. “
Deco, 32, tem um ano de contrato com o Chelsea mas perguntou ao clube se ele pode sair. Ele acrescentou: "Idealmente, eu gostaria de ir após a Copa do Mundo e eu estive conversando com o Chelsea sobre isso."Deco fez 24 jogos em sob o comando de  Ancelotti, 
Ele disse: "Tudo dependerá do Chelsea - se o clube me soltar ou  ir por empréstimo."Eu não vou me apressar para escolher um novo clube, mas é hora de voltar."Flamengo estão entre as equipes que manifestaram interesse no Brasil  onde o  craque nasceu , que pretende abandonar o futebol internacional após representar Portugal neste verão a Copa do Mundo.

http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/sport/football/2873519/Deco-asks-to-leave-Chelsea.html
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Love acredita que teria mais chances na seleção se voltasse antes ao Brasil

Entre o sonho da Copa do Mundo e a realidade rubro-negra, atacante diz que Adriano faz falta ao Flamengo, mas elogia dupla com Vinícius Pacheco

Love na Gávea: pessimismo sobre a seleção

O sonho de Vagner Love é disputar a Copa do Mundo. A realidade momentânea, porém, é formar dupla de ataque com Vinícius Pacheco contra o Madureira, quarta-feira, no Maracanã. O camisa 9 elogiou o companheiro na última segunda-feira. Mas o principal discurso foi mesmo sobre a última esperança de ser chamado para a seleção.

O fato de Luís Fabiano ter sido cortado e o técnico Dunga ter chamado Grafite para o amistoso desta terça-feira contra a Irlanda, em Londres, deixou Vagner Love um pouco pessimista. Segundo ele, se tivesse voltado ao Brasil com mais antecedência, sua condição poderia ser diferente.

- De repente, eu teria mais oportunidades. Depois do meio do ano passado complicou um pouco. Eu estava fazendo gols na Rússia, mas lá não tem a mesma visibilidade. Se eu tivesse vindo antes, talvez tivesse mais chances – analisou Vagner Love, que retornou ao Palmeiras em agosto de 2009.

Para o atacante, porém, vale o ditado: a esperança é a última que morre.

- Todo jogador sonha com a Copa. Enquanto não estiverem os 22 lá na África do Sul, eu acredito – afirmou o camisa 9.

Artilheiro do Carioca com oito gols, Love estranhou não ter Adriano ao seu lado contra o Macaé, no último sábado.

- O Adriano faz falta. Mas como ele (Vinícius Pacheco) vem jogando os últimos jogos, fica mais fácil. É um jogador inteligente, rápido. Quando se tem alguém de qualidade ao lado, as coisas acontecem. Ele merece um contrato novo – elogiou Love, citando a renovação que Pacheco negocia com a diretoria até dezembro de 2015.
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Lateral Rodrigo Alvim diz que não se importa em ser aproveitado como volante


Jogador lembra que já atuou nesta função pelo Wolfsburg, da Alemanha

No coletivo da última segunda-feira, Andrade promoveu duas mudanças no time para o jogo contra o Madureira, quarta-feira, no Maracanã. A primeira foi a  entrada de Fierro no meio de campo. A segunda chamou mais atenção. O treinador tirou Fernando para colocar Rodrigo Alvim.

Inicialmente, parecia que a intenção era mudar a formação tática e passar a atuar com três zagueiros. Mas o lateral-esquerdo entrou para fazer a função de volante. O fato pegou muita gente de surpresa, mas não o próprio Alvim, que foi negociado pelo Wolfsburg.

- No futebol moderno, é preciso estar acostumado a jogar e treinar em várias posições. Sou lateral de origem, mas na Alemanha eu já joguei no meio. Andrade conversou comigo e perguntou como eu me sentiria. Disse que não havia problema e me senti bem ao lado do Toró – explicou Rodrigo Alvim, que vem demonstrando bom futebol nos treinamentos.

Por isso, Andrade o colocou na lista dos 25 jogadores que disputam a fase de grupos da Libertadores e o levou para o banco na primeira oportunidade que teve. Sem ter sido regularizado a tempo na Taça Guanabara, Alvim fez sua estreia pelo Flamengo contra o Macaé, na primeira rodada da Taça Rio. Apesar dos elogios que recebeu de Andrade pelos poucos minutos que esteve em campo, ele optou pelo discurso politicamente correto.

- Trabalho no dia a dia para estar preparado para quando tiver uma oportunidade, seja para jogar na minha posição ou entrar em outra. Vou dar sempre a minha melhor contribuição para o grupo. Entrei quando já estava 4 a 1, mas acho que tive uma estreia boa. Eu me sinto lisonjeado de estar no Flamengo, que é o atual campeão brasileiro. Só fazer parte do grupo já me deixa feliz – afirmou Rodrigo Alvim.
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Urubutr