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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Álvaro promete mais discussões com os companheiros

Depois de ‘briga’ com Léo Moura, zagueiro diz que divergências em campo fazem parte do futebol e servem para ajustar o time
Rodrigo Benchimol Rio de Janeiro


Ao deixar o campo contra o Boavista, no último domingo, Álvaro trouxe consigo dois pequenos problemas. O primeiro foi um machucado na testa e no braço após disputa com o atacante Tony. O outro foi a áspera discussão com Leonardo Moura no segundo tempo. Dois simples exemplos da determinação que o zagueiro tem não só nos jogos, mas também nos treinos.

Álvaro, de fato, é um dos mais ‘chatos’ durante os treinamentos. Além de falar exaustivamente, ele não alivia a vida dos atacantes e chega duro nas disputas de bola. Essa característica é, na verdade, apenas uma evidência da sua vontade de vencer. Por isso, prometeu novas discussões com qualquer outro companheiro de time se for para sair vitorioso de campo.

- Vai ter mais disso (discussão), não só com o Léo Moura, mas com o Adriano, Love, Angelim, com todo mundo... Vai ser assim porque é para melhorar – disse o zagueiro, para garantir em seguida que seu relacionamento com o lateral-direito é bom.

- Léo Moura e o próprio Juan têm uma força ofensiva muito poderosa. Então os zagueiros e os volantes têm de facilitar a vida deles. O que aconteceu no jogo foi uma cobrança normal. Se tiver que acontecer mais vezes, vai acontecer. Falei com ele no vestiário depois do jogo... Ele é meu amigo e ficou ali no campo. Mas as conquistas giram em torno disso. Divergências ajudam a melhorar a equipe – afirmou Álvaro.

Álvaro e o machucado na testa

Talvez por esse excesso de vontade ele já tenha recebido dois cartões vermelhos no Carioca. Mas isso ele atribui também ao rigor dos árbitros.

- O critério aumentou muito. O cartão limita os jogadores e isso deveria ser revisto para beneficiar a competição. Já conversei com o Angelim que não devemos permitir que, nos treinos, os jogadores mudem suas características por causa disso. Até pelo fato de que vamos disputar uma Libertadores, onde o árbitro deixa o jogo correr, não apita qualquer falta e não dá cartão por qualquer coisa – explicou o zagueiro.

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